terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Relato da Participação da MMM/RS no estágio de vivência do MST MG


À convite da Marcha Mundial de Mulheres de Minhas Gerais, núcleo Belo Horizonte, a Marcha Mundial de Mulheres RS, pelo coletivos de jovens, Marilise Fróes, participou, de 25 de janeiro à 01 de fevereiro, da 1° Etapa do 5° Estágio Interdisciplinar de Vivência com o MST. O Evento aconteceu em Belo Horizonte e teve a participação de 150 estudantes de diversos Estados do país, (SP, MA, RJ, CE, GO, PA, BA, e PB) e também 15 internacionalistas, da Colômbia, Argentina e Chile.

Os debates centrais desta primeira etapa de formação foram a questão agrária, a questão energética / hidroelétricas e o feminismo. Dentro da Metodologia do MST, os estagiários e convidados foram distribuídos em Brigadas, que eram acompanhadas pelo os integrantes da CPP – Comissão Político Pedagógica. A companheira da MMM /RS ficou junto a uma das Brigadas, fomentando os debates internos gerados a partir dos painéis realizados e com o compromisso de trazer o feminismo como tema transversal às demais questões.

Foram realizados os seguintes painéis, distribuídos em dois turnos, com tempo de trabalhos em Brigadas/ debates internos para retomada das pautas em plenária. Estes foram os seguintes painéis da primeira etapa: Histórico, Objetivos, Princípios e Metodologia do EIV; Como funciona a sociedade através do método marxista – com Reinaldo Antonio Carcanholo; Feminismo na Luta de Classes – Ticiana Studart da Marcha Mundial de Mulheres do Ceará;. Questão Agrária com João Pedro Stédile; Universidade e Matriz tecnológica, com Sebastião Pinheiro e Roberto Leher; Cultura e alteridade, com Corisco e Pereira da Viola; Mídia e poder, com Hamilton Octávio de Souza; Questão energética e Justiça Ambiental, com Dorival, do MAB; e Realidade Latino Americana – com Diva Braga, Bernadete Esperança e estagiários internacionalistas.

No dia da realização do painel sobre o feminismo, a Escola onde estava sendo realizado o EIV foi ornamentada com questões e frases machistas, bem como questionamentos sobre a violência contra mulher, espalhadas por todos os espaços, propiciando que os estagiários fossem lendo as questões, e depois no momento de debate pudessem levantar outras questões. O painel ministrado pela companheira Ticiana, foi muito interessante e suscitou diversas dúvidas e fez com que os (as) participantes do curso tivessem mais informações acerca do feminismo e quanto as ações da Marcha e também tivessem a oportunidade de refletir sobre diversas ações do dia-a-dia, falas e posturas machistas, que acabam sendo naturalizadas. Outro dado interessante, é que 70% dos (as) estagiários (as) eram mulheres.

A MMM BH tirou como estratégia, convidar outras integrantes da Marcha para estarem no EIV no dia do debate, para que cada brigada, que eram 11, pudesse ter uma integrante da Marcha para contribuir com os debates, durantes os trabalhos internos, antes de retomar o debate em plenário.

No período da tarde, na retomada dos trabalhos também foi realizada uma intervenção com a Batucada, que foi muito bem recebida e teve a participação de diversas estagiárias. O saldo deste primeiro processo, na avaliação de todas as integrantes da Marcha que estiveram presentes, foi bem positivo, tendo algumas meninas de BH e também do interior interessadas em se inserirem na Marcha e também se articularem em suas cidades, as que ainda não conheciam o movimento.

Após o dia 01/02 os estagiários se deslocaram para as áreas do MST e do MAB e seguiu-se com o núcleo da Marcha de BH, reunindo sobre o 8 de Março e a retomada da intervenção da MMM, no terceira e última etapa do 5° EIV – A Retomada de Luta, que se realizaria de 12 à 17 de fevereiro, e também conversando com alguns grupos de Economia Solidária que são identificados com a Marcha. Foi realizada visita à uma feira de EPS, promovida pelo Condim, com mais de 50 expositoras, onde foi possível colaborar com a MMM regional na construção de um painel sobre geração de trabalho e renda para mulheres, no viés da economia solidária, a ser realizado dentro da programação do 8 de Março e também com perspectiva de realizar outro com mais fôlego dentro das atividades do 1° de Maio, dia do trabalhos, junto às atividades que a Marcha venha a realizar na cidade de Belo Horizonte e região Metropolitana.

Deste processo, também ficou o indicativo de uma das companheiras da Economia Solidária, que integra a Marcha estar puxando este debate com mais força para dentro do Movimento feminista local e também seguir dentro do Fórum Metropolitano de Economia Solidária (BH), porém como Marcha Mundial de Mulheres, efetivando um convite que o movimento já havia recebido.

Este é um breve relato das atividades que a MMM/RS esteve representada em Belo Horizonte/MG, no período de 24 de janeiro à 09 de fevereiro, tendo sido o deslocamento e a participação da Marilise, viabilizada pelo Sintrajufe, e já havendo sido prestado contas à Direção Sindicato, do uso do recurso com passagens rodoviárias para Belo Horizonte, bem como relatório da atividade, referente ao apoio recebido.

O Coletivo de Jovens da MMM quer organizar o mais breve possível uma atividade de socialização da experiência que a companheira Marilise teve o privilégio de vivenciar em Minas Gerais.

Marilise Fróes (Nenê)

Legalizar o Aborto! Pelo Direito à Vida das Mulheres

Analine Specht e Cláudia Prates, da Marcha Mundial de Mulheres, questionam a valorização da vida defendida pela Campanha da Fraternidade de 2008.

ANALINE SPECHT e CLÁUDIA PRATES

O silêncio que existe sobre o aborto esconde a verdadeira realidade. Mais mulheres do que se pode imaginar já tiveram que recorrer ao aborto diante de uma gravidez indesejada. Todas e todos conhecemos casos de prática do aborto motivados por várias razões como estupro, condição de vida, condição econômica, idade, saúde, relação com o companheiro entre outros. O aborto pode ser involuntário quando ocorre de forma espontânea, sem que a mulher queira, ou ocorre por sua decisão diante de uma gravidez indesejada.

Quando as mulheres precisam fazer aborto correm dois riscos: de serem consideradas criminosas e por isso é feito clandestinamente. E o segundo é o risco de morte e seqüelas que podem ocorrer, uma vez que a maioria dos abortos é realizada de forma insegura.

Esta situação demonstra que não é reconhecido o direito das mulheres de decidirem sobre suas vidas, seus corpos, sua sexualidade. A obrigação das mulheres é cumprir seus papéis de mães e esposas, tendo como função e espaço de realização pessoal a estrutura da família. Estrutura esta que reproduz e mantém a subordinação e dependência da mulher, assegurando, desta forma, um reduto da supremacia do homem, como provedor e detentor do poder. Essa construção está ligada a lógica cristã ocidental que atribui à função social da mulher a geração e preservação da vida como mãe. Com base nesses pressupostos católicos, a CNBB lançou a Campanha da Fraternidade de 2008 – com o lema "Fraternidade e Defesa da Vida" reafirmando a condição da mulher acima descrita. Entre as várias formas de “defesa da vida” pautadas pela campanha está o aborto. A legalização do aborto é colocada como um ato de atentado à vida, como prática “imoral, cruel e trágica”, relegando a responsabilidade da maternidade e das relações sexuais somente às mulheres.

A Marcha Mundial das Mulheres, movimento de caráter feminista, defende e atua pelo direito à autodeterminação e autonomia das mulheres frente a todas as formas de opressão. O tema do aborto sempre foi discutido de maneira ampla, compreendendo a defesa da necessidade que todas tenham direito à informação e à anticoncepção. Mas também compreendendo que as relações de poder que existem no campo da sexualidade fazem com que, na maioria das vezes, as mulheres não possam decidir livremente. A criminalização do aborto condena milhões de mulheres a viver com culpa, vergonha e medo. Sentimentos estes construídos e legitimados pela ética cristã, com base no castigo e punição subjetivos que formam as matrizes do senso comum e da pressão social. O movimento feminista defende que as mulheres decidam sobre sua reprodução e sexualidade livres da intervenção dos homens, do Estado ou da Igreja. A garantia de liberdade e direito de decisão das mulheres sobre a maternidade quebrará um pilar fundamental de sua opressão. As mulheres têm o direito de definir como querem viver suas vidas: como casadas ou não, com ou sem filhos, lésbicas ou heterossexuais.

Nesse sentido, defendemos o Estado de direito laico baseado na igualdade e na liberdade individuais, permitindo que as mulheres tomem suas próprias decisões de acordo com suas vontades e princípios. Lutamos todos os dias pela ampliação de políticas públicas de saúde que atendam de forma integral as mulheres, com políticas que respeitem os direitos sexuais e os direitos reprodutivos com respeito ao direito de decisão autônoma sobre seu corpo.

Para a Marcha Mundial das Mulheres no Brasil o desafio é como colocar o protagonismo da luta pelo aborto na organização das mulheres e na articulação com outros movimentos, enfocando a autonomia de decisão, por um projeto de lei centrado no direito das mulheres decidirem sobre o aborto e na garantia de atendimento no serviço público. O aborto só será discriminalizado e legalizado se de fato construirmos um amplo movimento social que defenda essa bandeira e a conduza às devidas instâncias.

Reforçamos que a luta pela discriminalização e legalização do aborto só será vitoriosa quando houver uma forte radicalização na luta feminista que possibilite um avanço de conscientização e de ruptura com valores conservadores e opressores.

Analine Specht e Cláudia Prates integram a Marcha Mundial das Mulheres no RS. Contato: mmm_rs2004@yahoo.com.br

Disponível em: www.agenciachasque.com.br

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

MMM no Dia de Ação Global contra o neoliberalismo




Marcha Mundial das Mulheres no dia de Mobilização e Ação Global contra o neoliberalismo


A Marcha Mundial das Mulheres participou neste sábado, 26 de janeiro, do dia de Mobilização e Ação Global contra o neoliberalismo.

Em Porto Alegre, na atividade promovido pela CMS, a Marcha atuou juntamente com a CUT/RS, MTD, FEGAM, UAMPA, GHC, Pastorais Sociais entre outros movimentos. A MMM defendeu a retomada de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul como símbolo de resistência às políticas neoliberais, preconizada com a realização das 4 edições do Fórum Social Mundial na capital gaúcha.

A companheira Eliane falou pela MMM reafirmando as bandeiras de luta do movimento feminista, contra todas as formas de opressão às mulheres impostas pelo sistema, nas mais diversas formas como o racismo, a homofobia e lesbofobia, o preconceito, a discriminação e a violência.

Saiu na imprensa:

CORREIO DO POVO

PORTO ALEGRE, DOMINGO, 27 DE JANEIRO DE 2008

Mobilização pela volta do FSM

Dezenas de manifestantes participaram do Dia de Ação Global e Mobilização do Fórum Social Mundial (FSM) realizado na Esquina Democrática, no Centro da Capital, na manhã desse sábado. A campanha pede a volta do evento para Porto Alegre em 2010. O movimento ocorreu de forma descentralizada em 800 cidades espalhadas em 80 países. Na ação, estiveram envolvidos 19 estados brasileiros e seis municípios do RS. Para o presidente da CUT/RS, Celso Woyciechowski, desde que o FSM saiu de Porto Alegre, em 2006, não houve empenho do poder público em trazê-lo de volta.

Em Pelotas a Marcha participou do Fórum Social das Periferias, no bairro Dunas. Além da oficina que tratou do Trabalho e Geração de Renda para as Mulheres numa Perspectiva Feminista, a MMM participou de 2 programas da rádio comunitária Radicom, e distribui material sobre a Violência, Soberania Alimentar, Divisão Sexual do Trabalho, Fórum Itinerante da Previdência e sobre o Fórum Social Mundial. Estiveram presentes Cláudia Prates, Denise, Débora e Simone.

Somos feministas: Mulheres em movimento mudam o mundo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Feira de Economia Popular Solidária terminou neste domingo e a MMM-RS inicia o ano de 2008 com a participação de mais de 90 mulheres do sul do Estado.


Terminou neste domingo, a 3 Feira Binacional de Economia Popular Solidária, na Praia do Hermenegildo, em Santa Vitória do Palmar, com um saldo positivo e animador do setor para a região e o estado do RS. Estavam presentes mais de 80 expositores de 12 municípios, além de representações do Brasil estiveram presentes o Uruguay, Argentina e Chile. Várias atividades culturais, oficinas como a de consumo consciente, software livre e Economia Solidária, reciclagem em papel (com oficina prática) e sobre meio ambiente.


A MMM realizou 2 oficinas, sendo uma no dia 10/01 com apresentação do histórico da Marcha no Brasil e no mundo, nossas bandeiras de lutas e forma de participação por estado e municípios do RS, enfatizando as ações e organização do movimento social autônomo. A outra oficina aconteceu no dia 11/01 e debatemos o tema do trabalho e a divisão sexual do trabalho. Nos dois dias falamos da importância da organização de um coletivo autônomo e atuante da Macha naquela região para dar voz às demandas das mulheres.


Várias lideranças entre as pescadoras, artesãs, professoras e operadoras das políticas públicas voltadas à assistência social no município, assumiram compromisso de tocar a Marcha, realizando atividades nos bairros e abordando os temas mais mencionados: direitos sexuais e direitos reprodutivos, violência e geração de renda.


As mulheres ao final, se organizaram para construírem juntas, uma oficina sobre Geração de Trabalho e Renda para as mulheres, com oficina prática no Fórum Social das Periferias que acontece em Pelotas, nos dias 23 a 26 de janeiro de 2008. Esta atividade integra o calendário de mobilização pelo dia de Ação Global contra o Neoliberalismo.


Por causa da participação de tantas mulheres e por reconhecer o trabalho e ação da Marcha, a Prefeitura de SVP disponibilizará um ônibus para as mulheres poderem se deslocar até o município de Pelotas.


Estavam presentes pela MMM-RS:


Melina – Pelotas


Analine, Ângela, Angelisa, Carmem, Iolanda, Sylvia e Cláudia – Porto Alegre


Flávia – Santana do Livramento


Vaniza - Alvorada


Lisiane – Salvador das Missões


Kátia, Virginia, Dani e Maria Tereza - Santa Vitória do Palmar


Begair – Santa Maria


Outro momento muito significativo foi a participação da Marcha na Plenária Estadual de Economia Popular Solidária, na qual estivemos alertas desde a infra-estrutura, composição das mesas e na participação nos grupos de trabalho. As gurias se destacaram por suas intervenções, construindo a política geral, sem deixar de cobrar mais políticas voltadas para as mulheres e os empreendimentos de mulheres.


Ao final Ângela saiu delegada pela Marcha e Flávia ficou na suplência, a companheira Lisiane saiu delegada pela região das missões.


Sabemos que foi uma grande vitória, pois no início da construção das plenárias regionais, nem sequer algumas lideranças queriam a participação da Marcha, e tampouco que pudéssemos disputar as vagas para a delegação da 4ª Plenária, que acontecerá em março, em Brasília.


Nossa atuação também foi importante, pois, já garantimos espaço da MMM no Fórum Mundial de Educação, que acontecerá em Santa Maria, nos dia 28 a 31 de maio. Faremos contato com a coordenação da Marcha para avaliarmos a possibilidade de realizarmos um painel sobre educação não sexista e anti-racista.


Já no mês de julho, de 11 a 13, acontecerá a 15ª FEICOOP – Feira Estadual de Cooperativismo, 7ª Feira Nacional de Economia Solidária, 8ª Mostra Biodiversidade e Agricultura Familiar e 4ª Seminário Latino americano e Mini-Fórum de Economia Solidária, em que a MMM-RS também foi convidada a realizar uma oficina.

sábado, 5 de janeiro de 2008

A Marcha Mundial das Mulheres - RS participa da Feira Binacional de Economia Solidária em Santa Vitória do Palmar - RS

Dos dias 11 a 13 de janeiro de 2008, a Marcha Mundial das Mulheres - RS participará da Feira Binacional de Economia Solidária, na Praia do Hermenegildo (litoral sul), Santa Vitória do Palmar-RS.

A Feira Binacional contará com espaços de comercialização de diversas produtoras (es) do Brasil e Uruguai, tenda de oficinas e debates, espaço de comercialização, rodada de negócios e espaço de formação.

Durante o evento, a Marcha, fará uma oficina sobre o Trabalho e a Divisão Sexual do Trabalho, organizada pelas gurias da MMM de PoA, Santa Vitória, Pelotas e Rio Grande.

A companheira Angela Comunal, do Grupo de Mulheres Independente do Morro da Cruz, de Porto Alegre, será delegada para a Plenária Estadual do Fórum Gaúcho de Economia Solidária, que acontecerá junto com a Feira.
Acompanhe no sitio http://www.fbes. org.br/index. php?option= com_content&task=view&id=1404&Itemid=149 o Caderno com o aprofundamento dos temas: Formação; Marco Jurídico; Economia Solidária e Desenvolvimento; Finanças Solidárias; Gênero; Raça e Etnia e Produção, Comercialização e Consumo. Este Caderno será utilizado para subsídio aos debates das Plenárias Estaduais de Economia Solidária rumo à IV Plenária Nacional de Economia Solidária.

Fique ligada:

REUNIÃO DA MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES - Binacional
10 de janeiro - 17 horas Local: Praia do Hermenegildo (junto à Feira Binacional de Economia Solidária) - no Estande de Formação

Pauta:
- Organização da Oficina da Macha na Feira
- Informes sobre a Plenária Estadual para o Fórum de Economia Solidária
- Informes do Fórum Social das Periferias e organização da oficina da Marcha
- Organização da Marcha na região e agenda de lutas

Contatos: Analine Specht, Angela Comunal, Cláudia Prates, Lisiane Cunha, Melina Felix e Virgínia Santin.

Saiba mais, acompanhe as agendas onde a MMM estará participando:
http://www.mmm-rs.blogspot.com/
http://www.sof.org.br/marcha/
Mas afinal, o que é o Fórum Social das Periferias?

O Fórum Social das Periferias: Um Outro Mundo é Aqui é a continuidade de um processo que teve origem com a realização do 1º Fórum Dunas Social Mundial, que acompanhou o 1º FSMundial de 2001. Em 2006, houve a segunda edição do Fórum Social Dunas no Loteamento Dunas. Em 2007, os movimentos sociais de Rio Grande abraçaram a proposta e realizaram o Fórum Social das Comunidades, também com o nome Um Outro Mundo é Aqui.
Neste contexto surgiu a idéia de realização de um Fórum Social que envolvesse outras comunidades de periferia, abrangendo inicialmente a região centro- sul do RS. Tendo como suporte teórico – prático as experiências dos 1º e 2º Fóruns Sociais realizados no Loteamento Dunas (2001 e 2006) e do Fórum Social das Comunidades de Rio Grande (2007), pretendemos agora, com o desenvolvimento do Fórum Social das Periferias, constituir uma ORGANIZAÇÃO PERMANENTE para tornar uma prática continuada a realização do Fórum Social das Periferias, superando as iniciativas localizadas e fragmentadas, anteriormente praticadas.O Objetivo Geral do Fórum Social da Periferia é estimular a construção de uma Rede Vidadania de comunicação local / global, para troca de experiências entre comunidades de periferia, como estratégia para mudança das condições e das situações atuais de desfavorecimento, voltada ao desenvolvimento de práticas autônomas e sustentáveis, ao aumento da auto-estima e à valorização das culturas locais. Bueno, chegamos em 2008 e já estamos com quase toda a estrutura necessária para a realização do FSPeriferias, o que ainda falta esta bem articulado e estamos confiantes que teremos a estrutura necessária. Temos articulado já a participação de diversas pessoas, instituições e delegações de várias cidades do Centro Sul do RS, mas teremos este levantamento mais preciso até o fim da 1ª quinzena de janeiro, quando serão feitas as confirmações e o levantamento de quem virá de fora da cidade.Teremos nossa próxima reunião sexta feira 04 de janeiro de 2008, às 15 horas, no CDD, procure estar presente pois estaremos prontos para meter a mão na massa por assim dizer, pois o FSPeriferias acontece do dia 24 ao dia 26 de janeiro de 2008, ou seja, amanhã.Já estamos com o cronograma da programação fechada, embora algumas confirmações de nomes não tenham sido feitas e alguns pequenos ajustes por fazer, mas não alterará o cronograma proposto.

Saiba mais: http://www.uniperiferia.org.br/
Tudo de Bom - Um Outro Mundo è Aqui.

Fonte: Débora Oliveira e Simone Shaefer

Agendas qua a MMM-RS estará participando nos próximos 3 meses (2008):


Agendas que a MMM-RS estará participando nos próximos 3 meses (2008):



Janeiro:

08/01 ter 17 h
Início das atividades do Fórum Estadual de Mulheres – Pauta 8 de março
Local: Fecosul - Andradas, 943 - 7º andar - Porto Alegre

09/01 qua - 15h
Reunião CMS (pauta 26 janeiro), na sede da CUT-RS – Barros Cassal, 283 – Porto Alegre

09 de janeiro - 17h
Reunião Plenária do Fórum Municipal de Mulheres de Porto Alegre (pauta 8 de março) – sala do Comdim – Rua dos Andradas, 1560 - Gal. Malcon – 6º andar – Porto Alegre

10 a 13 de janeiro - Santa Vitória do Palmar, Praia do Hermenegildo
Feira Binacional de Economia Solidária
Plenária Estadual para o Fórum de Economia Solidária.

24, 25 e 26/01 - Pelotas
Fórum Social das Periferias- Uniperiferia,
A MMM estará promovendo uma Oficina

25 de janeiro a 17 de fevereiro de 2008
Estágio Interdisciplinar de Vivência com o MST - A Marcha Mundial das Mulheres no EIV – Belo Horizonte –MG

26 de janeiro de 2008 - Porto Alegre
Ações da MMM-RS para o DIA DE AÇÃO GLOBAL
(Atividade do calendário do Fórum Social Mundial) – cada município pode organizar sua ação – Assim que estiver confirmado divulgaremos o local da atividade. Fique ligada!
Fevereiro

13 a 16/02

Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades - Inovação Democrática e Transformação Social - Para cidades inclusivas no século XXILocal: Pontifícia Universidade Católica - Porto Alegre

29 de Fevereiro
último dia para entrega da Ficha Cadastro ao Fórum Municipal de Mulheres de Porto Alegre (no Boletim em anexo pode ser encontrada a ficha)

Março

07/03 sex - 09h
Painel sobre 8 de março – Sind. Bancários (MMM, Sindbancários e Federação bancários)

14 e 15/03 - em Santo Ângelo
II edição do Forum Social das Missões