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sábado, 9 de setembro de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Plenária Estadual de julho/2017
Companheiras,
Chegamos na metade de 2017 e não precisamos descrever novamente as inúmeras atividades em que estivemos participando, lutando contra os retrocessos e por democracia; contra a truculência policial e pelo fim da militarização da Polícia; estamos nas ruas, nas ocupações, nas escolas e nas comunidades lutando todos os dias por liberdade e autonomia.
Precisamos organizar nossas marchantes para o segundo semestre, que já mostrou que não vai ser mais fácil. Temos várias mulheres que querem conhecer a Marcha e mesmo entre as que já estão há algum tempo, precisamos um momento de formação para falar da nossa história, nossas lutas e nossos desafios.
Contaremos com a presença das marchantes convidadas de Santa Catarina, Paraná e Maria Fernanda Marcelino da MMM SP.
Para que possamos transformar nossa Plenária e Formação em momentos de troca, gostaríamos que os núcleos organizassem localmente uma reunião ou roda de conversa.
Importante:
- Preencha a ficha de inscrição - clicar AQUI
- Vamos fazer a formação e plenária em apenas 1 dia (sábado 15 de julho);
- Orientamos para que os núcleos reúnam e possam indicar 2 companheiras para participar da plenária.
- A nossa plenária será aberta a convidadas de outras organizações/movimentos e coletivos que gostariam de conhecer a MMM e estreitar nossas alianças.
- Ofereceremos os lanches e cafés durante a atividade de sábado (manhã e tarde), e teremos um almoço no local, para todas.
- Não teremos como contribuir com transporte para a vinda das companheiras, por isto é importante a organização local para a vinda de pelo menos 1 marchante.
PLENARIA ESTADUAL DA MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES RS
Data: 15 de julho de 2017 (sábado)
Local: Sindipetrosul – Endereço: R. Gen. Lima e Silva, 818 - Centro, Porto Alegre - RS
MANHÃ - 8:30 – 12:30
1. Apresentação
2. Dinâmica inicial - Autocuidado, espaço de feminismo, solidariedade e resistência.
3. Oficina - O que é a Marcha Mundial das Mulheres? Organização da MMM no mundo, quem somos - nos diversos países; internacionalismo e o feminismo da Marcha - estratégia politica e a sujeita coletiva e politica que é a marcha.
Convidada: Maria Fernanda
TARDE - 14h – 18:30
1. Oficina em grupo - Por onde andamos, onde vamos? Depois de ampliarmos nosso olhar sobre a atuação da Marcha pelo mundo, avaliaremos a conjuntura política e econômica e seus enlaces.
Debates
2. Agendas de lutas
3. Fechamento com propostas para a próxima plenária, cujo objetivo é avançar no debate organizativo.
Encerramento
Saudações feministas
Marcha Mundial das Mulheres RS
Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!
sexta-feira, 22 de julho de 2016
E o feminismo um tantão assim!
Fabíola Papini (Babi)* e Raquel Duarte**
A Marcha Mundial das Mulheres é um movimento feminista fundado na auto-organização das mulheres. E é incrível como esta auto-organização muda nossas vidas e redefine as formas de nos encontrarmos no debate e na construção política.
Neste final de semana renovamos nossas energias em mais um espaço coletivo de auto-organização aqui no RS. Foram dois dias de muita troca e construção coletiva de saberes. Dois dias de muita solidariedade feminista compartilhada a cada momento, desde o café da manhã, lanche da tarde, debates em grupos e também no grande grupo, além da batucada, integração e animação. Tudo isso de forma autogestionada e contando com a participação de todas.
O tema central da formação foi a luta por uma vida sem violência para todas as mulheres. Tendo como referência a educação popular, a partir da realidade das mulheres ali presentes experimentamos um processo de diálogo, de acolhida, de convergência. Circularam idéias, mas também circularam afetividades.
Todas as mulheres têm algo a dizer sobre a violência. Todas as mulheres já passaram por alguma forma de violência ao longo de suas vidas. Afinal, ela se manifesta das mais diversas formas e em todos os lugares: no campo, na cidade, na escola, no trabalho, em casa, na internet; através do racismo, da lesbosfobia, da divisão sexual do trabalho, do assédio, do estupro, do tráfico de mulheres, da criminalização do aborto e no controle sobre os nossos corpos.
A luta pela erradicação da violência contra as mulheres é permanente, está sempre presente no nosso horizonte. Entendemos a violência como estruturante da sociedade patriarcal, uma demonstração do poder dos homens sobre as mulheres. Combater todas as formas de violência é inerente ao outro mundo possível que queremos construir.
Com a cartilha da SOF “Mulheres em luta por uma vida sem violência” pensamos formas de encorajar e fortalecer as mulheres. Propomos ações para denunciar, dar visibilidade e exigir o fim da violência sexista. Debatemos as conquistas e os desafios que ainda existem na construção de políticas públicas que trabalhem na origem da violência, na desigualdade de gênero e raça enraizada em nossa sociedade.
Nos espaços de formação da MMM nos sentimos a vontade para falar sobre tudo isso. Podemos olhar umas nos olhos das outras e falar sobre como o sistema capitalista, racista e patriarcal é cruel. Sobre como o machismo define os caminhos e os esteriótipos que as mulheres deveriam seguir. Mais do que isso, nestes momentos encontramos a solidariedade feminista e com ela nos fortalecemos para organizar nossa resistência e pensar alternativas a este modelo de exploração, dominação e opressão.
Ao nos propormos a promover ambientes acolhedores, de respeito, não negamos nossas diferenças. E este é um aspecto que torna fascinante e revigorante o encontro com as companheiras: um exercício que deveria ser mais valorizado pela caótica esquerda disputista. Abordar um tema que toca em feridas, privilegiando a empatia e o reconhecimento da sua história, a partir de narrativas de outras mulheres, mostra o quanto a luta é de todas e só terminará no dia em que todas estivermos livres. Quando emerge o sentimento de sujeita coletiva e percebemos a potência que temos juntas, a convicção de que o feminismo vai subir, só cresce!
E assim, fortalecemos nossa ciranda, que “não é minha só… ela é de todas nós, ela é de todas nós!”
*Psicóloga e militante da Marcha Mundial das Mulheres no Rio Grande do Sul
**Advogada e militante da Marcha Mundial das Mulheres no Rio Grande do Sul
terça-feira, 28 de julho de 2015
Mobilização para a 4ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres RS
Atenção Marchantes do Rio Grande do Sul,
Estamos na reta final da nossa organização e mobilização para a nossa maior ação de 2015. Para isto estamos propondo que todos os núcleos da MMM RS organizem oficinas, roda de conversas ou debates com os temas da Ação. Não esqueçam que precisamos que todas façam sua pré-inscrição, que busquem financiamento local para deslocamento e alimentação durante os dias da ação (26, 27 e 28 de setembro).
Solicitamos ainda que nos informe através do
email: marchamundialrs@ gmail.com,
como está a organização local, deslocamento e possibilidade de atividade preparatória, pois estamos construindo um informativo estadual com as informações de todos os municípios.
Por fim, envie também fotos de suas atividades, indicando a data e o que aconteceu.
Agendem-se!!!
No dia 22 de agosto faremos nossa Plenária Estadual de Organização e Mobilização para a 4ªAção Internacional em Santa do Livramento.
Será a partir das 09h no CPERS Sindicato - Auditório, 9º andar
em Porto Alegre (Av. Alberto Bins, 480 - Centro, Porto Alegre).
Precisamos de todas para juntas construirmos uma linda Ação Internacional Feminista com as companheiras do Uruguai e Argentina!
Nota sobre o convite para a Conferência de Políticas para as Mulheres de Santo Antônio da Patrulha-RS
Nota sobre o convite para a Conferência de Políticas para as Mulheres de Santo Antônio da Patrulha-RS
Nós, mulheres da Marcha Mundial das Mulheres, em plenária metropolitana realizada no último sábado, dialogamos sobre a arte do convite da Prefeitura de Santo Antônio da Patrulha para a Conferência Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres.
Num cenário em que muitos prefeitos se negam a chamar e colaborar com a organização das conferências, o esforço da Prefeitura, da Coordenadoria e do Comdim devem ser saudados e reconhecidos. O grande mérito destes agentes, no entanto, está sendo apagado pelo equívoco cometido na escolha da arte da conferência.
Não temos como nos furtar de manifestar nosso repúdio a esta arte que expressa sexismo e misoginia. Todos os dias nós mulheres lutamos contra a violência, urbana e doméstica. Nós lutamos contra a opressão e discriminação, lutamos por igualdade de direitos em todos os espaços, e buscamos todos os dias que nossa imagem não seja utilizada de forma humilhante e depreciativa para vender ou propagandear o que quer que seja.
Como resultado da mobilização das mulheres brasileiras, nós conquistamos as Conferências de Políticas Públicas para as Mulheres, como forma de garantir as políticas públicas que promovam a igualdade de gênero. Estes espaços são muito caros para nós, pois construímos cada proposta, cada Plano de Políticas para as Mulheres e com isto vamos construindo autonomia para as mulheres.
Mas quando o poder público reproduz a lógica de mercantilização dos nossos corpos, fazendo uma ligação machista e quase incompreensível entre o corpo da mulher e um sapato, faz com que reforce a imagem da mulher como objeto e sexualizada.
Por isto queremos solicitar que este convite seja substituído por outro até a data da Conferência Municipal, prevista para acontecer dia 18 de agosto próximo, que valorize a autonomia e liberdade, que respeite as mulheres da cidade de Santo Antônio da Patrulha, e que mostre a valorização que a Prefeitura deve dar à todas as mulheres. Uma nova arte que esteja a altura do empenho e da dedicação que a Prefeitura, a Coordenadoria e o Comdim estão tendo para garantir a realização da Conferência.
A nossa luta é todo o dia, somos mulheres e não mercadoria!
Marcha Mundial das Mulheres
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Nota de Repúdio das Mulheres Brasileiras
O CLADEM Brasil – Comitê Latino Americano e do Caribe me Defesa dos Direitos das Mulheres, a Marcha Mundial de Mulheres, Coletivo Feminino Plural, RS, COMDIM - Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Porto Alegre, RS , Conselho do Povo de Terreiro do Estado do Rio Grande do Sul, Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres do Estado do Rio Grande do Sul, Federação das Mulheres Gaúchas-FMG, Frente Parlamentar de Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher – Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Guayí – Democracia, Participação e Solidariedade Casa da Mulher Catarina, SC, Central Única dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, Núcleo de Gênero e Diversidade do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, Procuradoria especial da Mulher da Assembleia Legislativa do RS, Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Secretaria Estadual das Mulheres do PT/RS, Themis Gênero Justiça e Direitos Humanos, União Brasileira de Mulheres, vêm expressar repúdio contra os adesivos de carro com mensagem sexista e uso da imagem da Presidenta Dilma Rousseff. Tamanho desrespeito dispensa a descrição ou a divulgação da imagem nesta nota.
A liberdade de expressão tem limites regulados em lei. Qualquer tentativa de protestar contra o aumento do combustível ou contra a chefe do Executivo brasileiro ultrapassou os direitos de imagem e passou a configurar afirmação de violência contra a mulher. A imagem da mulher no adesivo remetem a mensagem de uma violência sexual, o que por si é uma expressão inadmissível de suportar diante do atentado a dignidade sexual que convivemos cotidianamente. Além disso, a mulher em questão é a Presidenta da República, o que reforça a violência sexista que enfrenta a mulher na política.
As mulheres brasileiras se sentem ofendidas, desrespeitadas. Expressões como essa não retratam o exercício de democracia. É escárnio, deboche, é violência contra a mulher! Vai de encontro à Convenção Interamericana pela Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a mulher - CEDAW, que o Brasil ratificou junto ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
A circulação da imagem é ato discriminatório contra as mulheres brasileiras e contra a Presidenta Dilma. Tanto em mídia eletrônica quanto nos adesivos em veículos nas cidades brasileiras. Exigimos a proibição dessa circulação pelos meios judiciais cabíveis junto à polícia e o Governo Federal, assim como a responsabilização cível e penal dos responsáveis.
Porto Alegre, 01 de julho de 2015.
Casa da Mulher Catarina, SC
Central Única dos Trabalhadores e das Trabalhadoras
CLADEM Brasil – Comitê Latino Americano e do Caribe me Defesa dos Direitos das Mulheres
Coletivo Feminino Plural, RS
COMDIM - Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Porto Alegre, RS
Conselho do Povo de Terreiro do Estado do Rio Grande do Sul
Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres do Estado do Rio Grande do Sul
Federação das Mulheres Gaúchas-FMG
Frente Parlamentar de Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher – Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul
Guayí – Democracia, Participação e Solidariedade
Marcha Mundial de Mulheres
Núcleo de Gênero e Diversidade do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
Procuradoria especial da Mulher da Assembleia Legislativa do RS
Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos
Secretaria Estadual das Mulheres do PT/RS
Themis Gênero Justiça e Direitos Humanos
União Brasileira de Mulheres
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Carta Aberta da Marcha Mundial das Mulheres aos vereadores e vereadoras de Porto Alegre sobre as possíveis supressões no Plano Municipal de Educação a ser em breve votado em Plenário.

A cidade de Porto Alegre possui uma importante rede de escolas públicas e privadas e não pode passar ao largo das iniciativas educacionais de ampliação da consciência da igualdade de gênero no contexto educativo.
O projeto possivelmente será votado nesta quarta-feira, 24 de junho, e sabemos que é possível que seja apresentado uma supressão do artigo 3º, ítem III, tendo em vista a pressão da arquidiocese de Porto Alegre, embora tenha sido apresentado opiniões contrárias a supressão, como cartas enviadas aos vereadores e vereadoras como a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Adjunta de Direitos Humanos, da Coordenadoria da Diversidade Sexual, da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), SOMOS, Nuances, além de manifestos nacionais e de especialistas em educação e sexualidade.
Este artigo é de extrema importância deste ítem que trata da superação das desigualdades e educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual.
A formação continuada de educadores precisa aprofundar as perspectivas para visando propor novas estratégias para eliminar o sexismo, o racismo e a lesbofobia no espaço escolar e na sociedade.
Há várias dimensões que precisariam ser abordadas na discussão da igualdade de gênero respeitando a diversidade e educação em sexualidade dos livros didáticos ao currículo e nas atividades escolares.
Ampliar as discussões sobre a igualdade de gênero com reconhecimento da diversidade como uma dimensão fundamental da educação é ainda um processo em incorporação nas abordagens de ensino-aprendizagem por isso é tão importante a sua explicitação no Plano Municipal de Educação (PME).
Não basta falar em direitos humanos em abstrato sem enfrentar o que ocorre na vida e no cotidiano de alunas e alunos; sem desconstruir a masculinidade hegemônica que apela para a virilidade abusiva e a violência sexista.
A cultura da violência deve ser combatida: veja-se o exemplo recente da adolescentes estuprada por três alunos numa escola estadual na cidade. Cabe ressaltar que este não é um caso isolado, mas fruto da falta de formação de jovens e adolescentes, que agrava os índices de violência sexista.
Existe também uma ilusão de que há uma família modelo e se desconhece os diversos arranjos familiares existentes. Mais de metade das famílias brasileiras não corresponde ao arranjo tradicional: pai, mãe e filhos. Há um grande número de mulheres chefes de família, de crianças criadas por avós e tios, assim como as homoafetivos. Excluir o debate de gênero é ignorar as diversas formações do espaço familiar. E, com isso, silenciar as violências que podem ocorrer nele, seja qual for a sua formação.
Os dados são alarmantes e estão todos os dias nos jornais como estatísticas reais e a escola ao tratar desse temas pode se tornar um suporte preventivo e um contraponto a determinadas situações de violência intrafamiliar.
A cortina de fumaça lançada por setores conservadores e fundamentalistas esconde as pesquisas que demonstram que a discussão das relações de gênero que dizem respeito aos padrões de feminilidades e masculinidades e que remetem também às sexualidades feitas em ambiente adequado e por educadores com repertório sociocultural para tanto acabam por servir de apoio para crianças e adolescentes que sofrem algum tipo de violência e discriminação.
Temos defendido a transversalidade de gênero no currículo que deve também preocupar-se com a pedagogia oculta de gênero que não potencializa a autonomia das meninas interferindo na trajetória escolar das mesmas, resultando muitas vezes em segregações em carreiras ocupacionais tradicionalmente femininas que as fazem ganhar, em média, 30% a menos do que os homens no mercado de trabalho.
A educação para a igualdade ou educação não sexista é uma medida da qualidade da educação e de uma pedagogia da autonomia, necessária ao exercício da cidadania plena.
Como demonstram várias pesquisas e percepção cotidiana de educadores, a prevenção da gravidez na adolescência só se torna realidade quando se discute a sexualidade considerando a identidade, a subjetividade e o projeto de vida das e dos adolescentes.
Portanto, novas práticas contendo essas dimensões são recomendadas pelas conferências nacionais de políticas para as mulheres e pelo movimento feminista.
Enfim, o PME precisa estimular uma educação sensível ao gênero para superarmos as desigualdades e hierarquias no contexto escolar.
É nesse sentido que apelamos à consciência dos vereadores e vereadoras. Para que estejam à altura dessa tarefa histórica e não se deixem contaminar pelo fundamentalismo religioso já que o estado deve continuar sendo LAICO.
Seguiremos em Marcha até que todas sejamos livres!
Marcha Mundial das Mulheres
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Miss Violence, no Sindibancários de Porto Alegre
— em SindBancários Porto Alegre
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