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sexta-feira, 1 de maio de 2020

ESPECIAL 1° DE MAIO


       Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora terá ato virtual nesta sexta (1º)

O 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, será bem diferente em 2020 diante da quarentena e do isolamento social por causa da pandemia do novo coronavírus. As tradicionais manifestações de rua pelos direitos dos trabalhadores ganham um formato virtual nesta sexta-feira em todo o Brasil, tendo como principais bandeiras solidariedade, saúde, emprego, renda e democracia.

📺 A transmissão será no Facebook da Rede Soberania

📱 Veja a programação completa do ato no site do Brasil de Fato: https://bit.ly/3bWcRwO

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Oficina de batucada e de cartazes


Esta semana vimos as mulheres protagonizando, na Câmara dos Deputados, a luta das mulheres que ecoa das ruas, de resistência contra os constantes ataques aos nossos direitos e nossa pauta historica de reivindicações.

Neste domingo, em todo país,, as mulheres trabalhadoras estarão nas ruas ecoando a mesma luta e resistência, em defesa de nossos direitos, nossa autonomia, contra o Golpe Institucional, pelo Fora Cunha!

Venha também fazer história conosco da Marcha Mundial de Mulheres. 

Nos organizaremos nesse dia em uma Oficina de Cartazes e Batucada Feminista, confeccionando nossos instrumentos para resistirmos nas ruas, com muito barulho e disposição de lutar até que todas sejamos livres!


Mulheres mobilizadas para um 1º de maio contra o golpe


Em 2016, o 1º de maio, Dia das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, será parte da jornada de lutas contra o golpe. As mobilizações contra o golpe e a ofensiva da direita aos direitos conquistados acontecem desde o ano passado a partir da organização de movimentos, entidades, coletivos e centrais sindicais em torno da Frente Brasil Popular.
No dia 17 de abril, milhares de pessoas assistiram a votação da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma na câmara dos deputados e, a cada voto “sim”, viram os interesses pessoais e privados de cada deputado federal sendo colocados acima da vontade do povo.
Este 1º de Maio acontecerá poucos dias antes da votação no Senado, e a presença nas ruas contra esse impeachment e contra o conservadorismo é fundamental. Em todo o país, espera-se que os atos políticos e culturais reúnam milhares de pessoas, trabalhadoras e trabalhadores, que se posicionam contra o golpe e contra os retrocessos que a oposição tenta impor.
Na luta contra o golpe, as mulheres tem lado porque sabem que só tem legitimidade para governar quem foi eleito com voto popular. E o que está por trás deste processo de Impeachment, que é golpe, é uma agenda extremamente conservadora, que foi derrotada nas eleições de 2014.
A chamada “Ponte para o futuro”, apresentada por Michel Temer, é na verdade um caminho acelerado para o retrocesso.
Eles querem interromper o processo de valorização do salário mínimo, que é essencial para distribuir a riqueza e para a autonomia econômica das mulheres, querem ampliar de forma irrestrita a terceirização do trabalho, reduzir os programas sociais, dar e maior abertura para políticas neoliberais como acordos de livre comércio que vão na contramão da integração regional e da integração dos povos.
Essa agenda reacionária, na política, na economia e na vida, pretende ampliar a exploração do trabalho ea desigualdade, e isto caminha junto com o aumento da violência sexista, com a sobrecarga de trabalho remunerado e não remunerado das mulheres. As mulheres são maioria entre titulares do Bolsa Família e do Minha Casa Minha Vida, programas relevantes que a direita coloca em risco. As mulheres estão em luta porque precisam conquistar ainda mais direitos, e garantir que os que estão previstos em lei sejam efetivados. É o caso dos direitos das trabalhadoras domésticas, por exemplo, e também de outros direitos sociais que precisam ser garantidos e efetivados, como o direito a creches públicas, tanto nas cidades como no meio rural.
“Nós da Marcha Mundial das Mulheres temos entendimento de que a luta contra o golpe e em defesa da democracia é uma luta prolongada, que não se encerra com o rito que vai acontecer no senado”, diz Ticiana Studart, da MMM no Ceará. E completa: “é importante que a classe trabalhadora, da qual nós mulheres somos mais da metade, organizemos o maior 1º de maio já visto nos últimos anos, justamente para dizer não apenas que estamos contra o golpe, mas também que estamos mobilizadas e mobilizados afim de defender os nossos direitos, pois sabemos como a retirada desses direitos tem impacto na vida das mulheres”.

Mulheres contra o Golpe na noite de Porto Alegre





domingo, 26 de abril de 2015

Dia das Trabalhadoras com Feminismo em POA

Nós da Marcha Mundial das Mulheres convidamos para participação do ato do 1º DE MAIO que acontecerá em Porto Alegre.

Vamos estar lá no Gasômetro fazendo picnic, bate-papo sobre o impacto sobre a vida das mulheres e pintando uma faixa contra a exploração do trabalho das mulheres.

O que está em jogo são os nossos direitos trabalhistas e o PL 4330 vem no sentido de retirar direitos e precarizar as relações de trabalho..
Não ao PL da precarização - Não à terceirização!!!!

BASTA DE EXPLORAÇÃO DO NOSSO TRABALHO!