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terça-feira, 25 de abril de 2017

As mulheres vão parar Caxias do Sul



dia 28 de abril as mulheres vão parar o Brasil



GREVE GERAL - As mulheres estão mobilizadas em todo o Estado. Vamos dizer basta de retrocessos!

Orientamos a todas as marchantes a se somar nas ações em seus municípios, nos bairros e vilas, nos trancaços e nas manifestações.
Em Porto Alegre, teremos 2 momentos de nos juntarmos no centro da cidade.
dia 26/4 - vamos nos juntar ao mutirão de panfletagem no centro da cidade  e nos bairros e vilas, nossa concentração será ás 12hs no Largo Glênio Peres.

dia 28/4 - 12hs na esquina democrática inicia concentração para o grande ato unificado do dia! 

Vistam suas camisetas, vamos carregar nossas latas, faixas e bandeiras, vamos fazer deste dia um marco na história do país.




Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!





quinta-feira, 28 de abril de 2016

Oficina de batucada e de cartazes


Esta semana vimos as mulheres protagonizando, na Câmara dos Deputados, a luta das mulheres que ecoa das ruas, de resistência contra os constantes ataques aos nossos direitos e nossa pauta historica de reivindicações.

Neste domingo, em todo país,, as mulheres trabalhadoras estarão nas ruas ecoando a mesma luta e resistência, em defesa de nossos direitos, nossa autonomia, contra o Golpe Institucional, pelo Fora Cunha!

Venha também fazer história conosco da Marcha Mundial de Mulheres. 

Nos organizaremos nesse dia em uma Oficina de Cartazes e Batucada Feminista, confeccionando nossos instrumentos para resistirmos nas ruas, com muito barulho e disposição de lutar até que todas sejamos livres!


quinta-feira, 17 de março de 2016

Mulheres de todo o Brasil se mobilizam para ato em defesa da democracia

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Nesta sexta-feira (18) acontece o Ato Nacional em Defesa da Democracia, pelos Direitos Sociais e Contra o Golpe, organizado pela Frente Brasil Popular em todos os estados do país. A Frente foi lançada em 2015 e, composta por dezenas de organizações, como a MMM, a CUT, o MST, a UNE, entre outros, se propõe a mobilizar a população em torno de agendas unitárias da política nacional, na defesa da democracia e dos direitos das e dos trabalhadores.
“Nós temos o entendimento de que é preciso defender a democracia nas ruas, pois é uma grande ameaça que todas as organizações sofrem e, mais do que isso, é uma ameaça à soberania popular, à medida que se tenta desestabilizar um governo eleito democraticamente e perseguir as lideranças políticas de esquerda, como vem ocorrendo com o ex-presidente Lula”, afirma Ticiana Studart, da MMM no Ceará.
Para Maria do Carmo Bittencourt, da MMM RS, “não estamos na rua para defender Lula como indivíduo e pessoa, mas o que o ex-presidente significa para a história do Brasil e para história deste projeto democrático popular que se identifica pela ênfase no combate à fome, combate à pobreza, inclusão social, de grandes massas da população, mas ainda muito frágil na inclusão política. Por isso, dizemos que não estamos na rua na defesa de um governo, mas sim na defesa de um projeto de país, que é o que se faz necessário para que continuemos avançando”.
O ato é uma resposta aos ataques conservadores, articulados pelos grandes meios de comunicação, grandes empresas e seus representantes no poder legislativo e judiciário. Na última semana, vimos as ações desse setor reacionário: manifestações de direita, invasão da Polícia Militar no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, depredação da sede da UNE e ataques a diretórios do PT. Trata-se de um setor que quer retroceder qualquer avanço mínimo conquistado pelas e pelos trabalhadores desse país e que está articulado também pela América Latina, nos países que contam com governos progressistas.
“Esse golpe vem mascarado como combate à corrupção mas, na verdade, o que quer é desmantelar não só o Partido dos Trabalhadores, mas também os movimentos sociais e as organizações que fazem a luta no Brasil hoje por mudanças em favor do povo e em favor da redistribuição da riqueza, da garantia de políticas públicas, dos direitos sociais e universais, da garantia de que o povo pobre possa ter acesso à cidadania”, diz Nalu Faria, da MMM em São Paulo.
Segundo a militante, a defesa da democracia e a resistência aos ataques conservadores deve ser uma das pautas do movimento feminista, aliada a todas as pautas específicas pelos direitos das mulheres. “Nós, feministas, temos sentido nos últimos anos o peso da agenda conservadora, o peso da ação da agenda conservadora que tenta, justamente, fazer retroceder no âmbito das leis, das politicas, qualquer conquista que nós tenhamos, assim como impedir qualquer avanço que demandamos”, diz Nalu. Para Maria do Carmo, “se perdermos a democracia que foi tão arduamente conquistada no país, iremos perder muito da nossa organização enquanto movimento feminista. Vamos perder muito da nossa articulação, perder muitos anos de avanços”.
A Marcha Mundial das Mulheres aposta que a força organizada e articulada dos movimentos sociais e setores progressistas da sociedade, em aliança, tem condições de mudar o rumo dessa história, que ainda não está dado. O ato no dia 18 é um momento político importante para barrar não apenas o golpe, como todas as propostas de retrocesso, como a Lei Antiterrorismo, a Reforma da Previdência, o PL 5069, e exigir mais mudanças para a vida das e dos trabalhadores, das mulheres, da população negra, indígena e quilombola, para a população LGBT. Por isso, convoca o conjunto de mulheres à mobilização pelas bandeiras históricas do feminismo e pela defesa da democracia em unidade aos outros movimentos sociais.
Para Nalu, “não vamos abrir mão da consideração de que para impedir o golpe e a destruição dos movimentos sociais, temos que ter uma mudança em nossa política econômica. Precisamos recuperar o emprego, a redistribuição de renda em nosso país”. “É preciso que este governo não apenas tenha continuidade, mas que cumpra o programa pelo qual foi eleito, avançando nos direitos para as mulheres e para a classe trabalhadora”, completa Ticiana. Maria do Carmo finaliza afirmando: “estamos mobilizadas para lutar todos os desengavetamentos de projetos que ameaçam os movimentos sociais e que retiram nossos direitos. Não vai ser nada fácil para essa elite, agora, calar a classe trabalhadora”.

segunda-feira, 7 de março de 2016

As reflexões e práticas feministas caminham juntas

As reflexões e práticas feministas caminham juntas

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*Por Tica Moreno e Nalu Faria
O feminismo que se orienta pela construção de um mundo no qual a igualdade seja um princípio organizador costuma sempre alertar que as conquistas das mulheres não percorrem um caminho linear. Nos anos 1990, quando prevalecia uma visão triunfalista sobre os direitos das mulheres, sobretudo em espaços internacionais pautados pelas Nações Unidas, alertamos que o mercado estava reorganizando a vida das mulheres e isso nos colocava novos desafios . Nos anos 2000, mudar o mundo e mudar a vida das mulheres, ao mesmo tempo, foi a visão que orientou a construção de agendas políticas que colocaram o feminismo no centro das lutas contra o neoliberalismo e o livre comércio na América Latina. Para isso, as mulheres se posicionaram no debate econômico ao reivindicar a valorização do salário mínimo como uma agenda feminista e impulsionaram uma ofensiva contra a mercantilização do corpo e da vida das mulheres baseada na auto-organização, na retomada da mobilização e em práticas feministas de ocupação de espaços públicos, com batucadas e intervenções urbanas. A diversidade das mulheres que protagonizaram estes processos é sem dúvida uma marca da construção deste feminismo anti-sistêmico, não institucionalizado e militante no Brasil.
Olhar para esse processo de construção nos ajuda a refletir sobre o momento em que vivemos hoje. Ao longo de 2015, a Marcha Mundial das Mulheres realizou sua quarta ação internacional. No Brasil, a ação se realizou de forma descentralizada passando por 10 estados diferentes, conectando as resistências das mulheres frente ao avanço do capitalismo patriarcal sobre os nossos corpos, trabalho e territórios. Com o eixo “Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres”, esta foi uma ação de formação política e mobilização para denunciar as causas que nos oprimem e nos discriminam como mulheres em todo o mundo. Descentralizada, a quarta ação permitiu fortalecer as resistências e alternativas das mulheres, conectando a resistência das indígenas contra o genocídio e o agronegócio no Mato Grosso do Sul, com a das trabalhadoras rurais que enfrentam a mineração em Minas Gerais. Também conectou as estratégias das mulheres para garantir a autonomia sobre seu corpo no Rio Grande do Sul, ao enfrentamento à violência sexista no Ceará e na Paraíba; a construção da agroecologia no Rio Grande do Norte se conectou com a luta por autonomia econômica em São Paulo e a denúncia da exploração do trabalho das mulheres pelas empresas transnacionais nas 24 horas de solidariedade feminista.
Este também foi o ano em que a Marcha das Margaridas reuniu mais de 70 mil mulheres do campo, das águas e da floresta em sua quinta edição, afirmando que a crise não se resolve com ajuste e sim com mais investimento na geração de igualdade e políticas públicas. Pouco tempo depois, o feminismo ocupou as ruas de muitas cidades para denunciar o conservadorismo misógino que toma conta do Congresso Nacional, e a Marcha das Mulheres Negras levou novamente o feminismo para as ruas de Brasília. Ainda que algumas análises sobre essas recentes lutas feministas insistam em dizer que esse é um fenômeno novo, é inegável que trata-se de um processo de acúmulo político do feminismo que conecta diferentes gerações políticas e diversas mulheres em movimento.
Em luta por autonomia sobre nossos corpos e nossas vidas, já denunciávamos a onda conservadora que se intensificou neste ano, e estas mobilizações permitem afirmar que a resistência que já estava em construção também se intensificou.
Olhar para as iniciativas legislativas facilita a compreensão de que o conservadorismo está em uma ofensiva articulada, que passa pela retirada dos direitos com a terceirização, pela legitimação do encarceramento e genocídio da juventude negra com a redução da maioridade penal, pelo avanço do capital sobre os territórios do novo código mineral ou dos entraves colocados pelo agronegócio à demarcação das terras indígenas, pela criminalização das mulheres em todas as iniciativas reacionárias referentes ao aborto, pelo reforço da heteronormatividade e da divisão sexual do trabalho com o estatuto da família, e a lista poderia ir além. Essas iniciativas legislativas se encontram conectadas a expressões do conservadorismo na sociedade, seja na banalização da violência nos espaços públicos e privados, do controle e mercantilização do corpo e da sexualidade, no individualismo e consumismo como norma.
O feminismo há muito tempo tem contribuído para uma compreensão ampliada da política para além da institucionalidade, e da economia para além do mercado. Já sabemos que a história como é contada, a notícia como é produzida, a teoria como é sistematizada costuma ser enviesada e ter como referência a experiência de uma pequena parcela de homens da elite, em sua maioria brancos, para sedimentar uma visão de mundo que exclui uma parcela grande da população do poder, da fala, do lugar de sujeitos. Corremos o risco de que visões estreitas sobre o conservadorismo, mesmo na esquerda, secundarizem ou ocultem os ataques que as mulheres, a população negra, as lésbicas, gays, bissexuais e transexuais vem sofrendo, assim como o risco de que a força de suas resistências não sejam reconhecidas como fundamentais para enfrentar os retrocessos que ameaçam a nossa sociedade de forma geral.
(…)
A cultura feminista como estratégia de ocupação dos espaços públicos pelo feminismo irreverente e criativo também foi uma marca da quarta ação internacional da Marcha Mundial das Mulheres neste ano. As praças de diversas partes do Brasil foram ocupadas: por mulheres latino-americanas que cantaram e batucaram em luta pela legalização do aborto na fronteira do Brasil com o Uruguai, por mulheres negras que ocuparam as praças contra a violência e a militarização da vida e dos territórios no Rio de Janeiro, e na Virada Feminista Agroecológica e Cultural que afirmou, em Mossoró, no Rio Grande do Norte o mundo que as mulheres já estão construindo, costurando resistências, reflexões e práticas de transformação feminista.
As reflexões e práticas caminham juntas: as mulheres resistem e, a partir destas resistências cotidianas, distribuídas mas também conectadas constroem experiências concretas de transformação feminista.

*Tica Moreno e Nalu Faria são militantes da Marcha Mundial das Mulheres em São Paulo e compõem a equipe da SOF Sempreviva Organização Feminista. Este texto foi extraído da introdução da edição de 2015 dos Cadernos Sempreviva, intitulado “Reflexões e práticas de transformação feminista” e disponível para download.

domingo, 6 de março de 2016

Agenda feminista em tempos de ataques, ameaças e retrocessos

por Maria do Carmo Bittencourt*
 
Neste o 8 de março de 2016, o movimento de mulheres e feminista costuma reavaliar suas bandeiras de luta para o próximo período. Depois de um ano, onde vimos os direitos das mulheres, da juventude e dos trabalhadores e trabalhadoras duramente atacados por projetos retirados das “gavetas” mais obscuras do Congresso Nacional.  2015 , ano em que a mídia atacou, e continua atacando, duramente a ordem democrática do governo recém-eleito, numa aliança com as elites locais e internacionais com objetivos de administrar a crise econômica internacional com a crise política e institucional, distribuindo assim as perdas pelas classes médias e populares e tornando a crise do capitalismo em mais uma forma de ganho.
Dentro desta análise de conjuntura, as feministas da Marcha Mundial de Mulheres apresentam nossas lutas históricas e respostas aos desafios colocados e recolocados na vida das mulheres.
Aborto legal, seguro e gratuito, garantindo o direito de decisão autônoma das mulheres. Com o debate da microcefalia e a possibilidade de novas decisões do STF sobre abrir mais um caso de aborto legal por decisão judicial, as feministas retornam as ruas e rechaçam a redução do debate da legalização a uma ação de eugenia. Vemos faixas e cartazes pelo Brasil inteiro dizendo: Educação Sexual para decidir / Anticoncepcional para prevenir / Aborto Legal e Seguro para não morrer.
Apontamos também a centralidade da luta contra a Reforma da Previdência Social. Esta ameaça veiculada pela imprensa burguesa e, também, na fala concreta de setores do governo de que existe já uma reforma pronta e orientada pela visão do mercado. Defendemos que a Previdência Social seja universal, um direito de todos e todas não só dos que contribuem diretamente, solidária, amplie e se assente como uma forma de transferência de renda e inclusão social e redistributiva, como uma forma eficaz de redistribuir a riqueza acumulada dentro do sistema capitalista.
Para as feministas a liberdade e a igualdade só existem de verdade se atingir a todas e todos. A desigualdade e a violência andam juntas, isso é visível nos dados recentes de violência aqui no RS, apesar do número de casos de violência contra mulher terem diminuído (verdade Sartori?), vemos o número de assassinatos aumentando, em todas as cidades. Crescem os índices nos pequenos municípios ao mesmo tempo que diminuem os serviços públicos, muitas mulheres sofrem com a violência doméstica, assédio e com a sobrecarga do trabalho doméstico e de cuidados, com o racismo, a falta de creches, de acesso a saneamento básico, moradia, alimentação adequada e transporte público de qualidade.
Somos mulheres em luta, em marcha e mobilizadas contra a violência machista no campo e nas cidades, nas casas, nas ruas, nas empresas e roçados, em luta para compartilhar o trabalho doméstico e pela socialização dos cuidados. Em luta por autonomia econômica e social, para romper as engrenagens do patriarcado, do racismo e do capitalismo, estruturas que andam juntas, coordenadas e articuladas num sistema complexo de dominações que e exigem de nós muita clareza e a construção de novas alianças e formas de lut.

 Maria do Carmo Bittencourt é militante da Marcha Mundial das Mulheres e Assessora da Rede de Economia Solidária e Feminista
Publicado no JornalismoB

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

INFORMATIVO PARA O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL + 15



INFORMATIVO PARA O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL+15

Companheiras Marchantes,

A Marcha Mundial das Mulheres está presente no Fórum Social Mundial desde o início de seu processo de organização, onde nossa história está entrelaçada. Acreditamos que o FSM é um espaço importante para aglutinarmos forças em torno de temas comuns. Somos um movimento anticapitalista e antipatriarcal, tornamos públicas nossas resistências e alternativas através de mobilizações, formação e educação popular feminista com construções coletivas e novas formas de expressão.

Neste processo, ampliamos nossa visibilidade, fortalecemos a presença de nosso feminismo em muitos países e regiões do mundo, construímos alianças com movimentos sociais e com outras organizações feministas. O Fórum também é um espaço privilegiado de formação política para as nossas militantes, e de forte articulação local, no Brasil e em nossas cidades.

Provocadas por nossas militantes e pelos movimentos parceiros decidimos nos somar a organização deste Fórum Social Temático de 2016. Entendemos que é um momento de grande necessidade de articulação e aprofundamento das lutas no Brasil, de enfrentamento ao golpismo e ao fundamentalismo político e religioso que atacou, no último período, mais as mulheres, a juventude, a população negra e indígena. Avaliamos que estamos num momento de possibilidade de sinergias em nossas lutas, em especial das feministas e dos movimentos anticapitalistas, por isso o momento proposto pelo FST+15 de balanço e renovação dos processos do Fórum nos instigou a participar.

Neste Fórum, estaremos presentes no acampamento da juventude, em mesas de Convergências, organizando oficinas autogestionárias  e participando com toda nossa irreverência da marcha de abertura, assim como da Assembleia dos Movimentos Sociais.

Estamos convocando a todas as mulheres a participarem conosco desta construção. Para organizar nossa intervenção, precisamos saber quem são as marchantes que estarão presentes.  Por isso, pedimos que os municípios e estados que estão se organizando para participar do Fórum envie e-mail para marchamundialdasmulheresrs@gmail.com informando quantas companheiras virão.

Informamos às companheiras de outras cidades e estados que vierem ao FSM+15, que ainda tem vagas no acampamento da Juventude, mas é necessário fazer a inscrição no acampamento pelo site do fórum. Caso alguma companheira tenha dificuldades, nos avisem que articularemos nossa rede de militantes e a possibilidade de hospedagem solidária.

Divulgamos as atividades confirmadas em que a Marcha Mundial das Mulheres estará presente na organização e composição das mesas, salientando que para a marcha de abertura (19), faremos nossa concentração com aquece da batucada na Frente da prefeitura a partir das 15h. 


Fórum Social Mundial Temático 15 anos
Paz, Democracia, Direito dos Povos e do Planeta


19Janeiro2016
TARDE: CAMINHADA PELA PAZ, JUSTIÇA SOCIAL E SOLIDARIEDADE ATO OFICIAL DE ABERTURA DO “FSM PORTO ALEGRE 15 ANOS”.
Local: Largo Glenio Peres
15h: Concentração em frente à prefeitura, com ensaio da Batucada. Levem suas latas, bandeiras, pirulitos, camisetas...
20Janeiro2016 
MANHÃ – Atividades Político Culturais Autogestionárias de BALANÇOS dos 15 anos de FSM TARDE – Atividades Político Culturais Autogestionárias de Convergência sobre os BALANÇOS dos 15 anos de FSM.
10h: Oficina “Mulheres Negras em Marcha e Feminismo e arte – resistência das Mulheres nas cidades” - Local: Zumbi dos Palmares.
Oficina: Plano Nacional pela Redução de Homícídios. A luta pela sobrevivência da juventude negra. Local: Zumbi dos Palmares.

18:30h: “Juventudes: resistência e luta por direitos e democracia” - Local: (a definir).

21Janeiro2014 
MANHÃ – Atividades Político Culturais Autogestionárias de discussão dos DESAFIOS conquistados após 15 anos de FSM  TARDE – Atividades Político Culturais Autogestionárias de Convergência sobre os DESAFIOS conquistados após 15 anos de FSM. 
9h: Ciranda das Mulheres na Luta por um Outro Mundo Possível – Local: Tenda das Mulheres Parque da Redenção *Presença de Nalu Farias – MMM/Nacional.
10h: Oficina: Economia Solidária e Feminista. Local: (a definir).
Oficina: As Contribuições do Fórum Social Mundial para agenda do combate ao racismo no Brasil e no mundo. Local: Assembleia Legislativa.
14h: Mesa de Convergência – Democracia, direitos, diversidade, resistência e luta – Local: Auditório Araújo Viana *Presença de Wilhelmina Trout – MMM/África do Sul.
19h: Oficina: Feminismo e arte – resistência das Mulheres nas cidades - Local: Tenda das Mulheres no Largo Zumbi dos Palmares.
22Janeiro2014 
MANHÃ – Atividades Político Culturais Autogestionárias de discussão sobre as PERSPECTIVAS do FSM para o futuro TARDE – Atividades Político Culturais Autogestionárias de Convergência sobre as PERSPECTIVAS do FSM para a futuro. 
9h - A necessária relação entre o Feminismo e a Educação no mundo que está sendo - Local : a definir  *Presença de Bruna Rocha - MMM/BA.
10h- Agenda Feminista para enfrentar o conservadorismo - Local: Parque da Redenção *Presença de Nalu Farias – MMM/Nacional.
16:30 – Mesa de Convergência: FSM, ALTERMUNDISMO E A LUTA POR UM OUTRO MUNDO POSSÍVEL: Estratégias e alternativas de superação do Capitalismo. Local: Araújo Viana *Presença de Wilhelmina Trout – MMM/África do Sul
23Janeiro2016 
9:00  - ASSEMBLEIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS
Local: Araújo Vianna (Parque da Redenção)
SHOW DE ENCERRAMENTO

* OBS: Estamos compartilhando as agendas que temos conhecimento até agora. Queremos organizar um panfleto com nossa agenda para ser distribuído durante os dias do Fórum. Para isso, pedimos que nos enviem por e-mail (marchamundialdasmulheresrs@gmail.com ) as demais programações em que as companheiras da MMM estão envolvidas.

Fique por dentro:
Email: marchamundialdasmulheresrs@gmail.com
Blog: www.mmm-rs.blogspot.com.br
https://www.facebook.com/MarchaMundialRS

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

QUERIDO PAI, EU VOU SER CHAMADA DE PUTA.

QUERIDO PAI, EU VOU SER CHAMADA DE PUTA.
21 dezembro

Querido papai… Eu sei que você já se esforçou mais do que o Super-Homem, mas eu preciso te pedir um favor. Atenção: isso é sobre os meninos”.
É assim que o vídeo batizado de Dear Daddy (Querido Papai, em tradução livre), começa.
Criado pela Norwegian Charity Organization CARE, ele é um instrumento que a ONG encontrou para aumentar a conscientização das pessoas sobre violência contra a mulher e mostrar que ela começa desde a infância.
Impactante, o vídeo é narrado pela voz de uma garotinha que faz pedidos ao seu pai antes mesmo de nascer; ela relata situações envolvendo assédio e diversas outras formas de violência que toda mulher passa pelo menos uma vez na vida e ainda sugere possíveis soluções e atitudes dos homens que podem ajudar a mudar esta realidade.
“Porque eu vou nascer uma garota. O que significa que aos 14 anos, os garotos da minha sala vão me chamar de puta, vadia, vaca, e um monte de outras coisas só por diversão, é claro. Coisas que homens fazem. Então você não vai se preocupar. E eu entendo isso, pois talvez você também tenha feito isso quando jovem, tentando impressionar outros meninos.”
Ao longo de sua vida, uma em cada três mulheres será vítima de violência.

Assista ao vídeo acima e ative as legendas para o português.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Feminismo em marcha construindo um mundo novo!

Por: Thaís Lapa*


Este 25 de novembro, dia de combate à violência contra a mulher, teve um ar diferente. Aconteceu inserido em um contexto no qual a luta feminista está fervendo no país – e quem ainda não percebeu, bom abrir os olhos. As mulheres vêm tomando as ruas e as redes sociais pelo direito a uma vida sem violência, contra as ameaças de retirada de seus direitos duramente conquistados e por sua ampliação. Estão dizendo com todo vigor quem são seus inimigos abertos (Eduardo Cunha, Geraldo Alckmin e outros) e também trazendo à tona práticas machistas de seus “amigos ocultos”. Estão colocando em evidência o que o feminismo sempre foi: uma luta incontornável para quem quer mudar radicalmente (pela raiz) a sociedade. As contradições estão explodindo, as mulheres estão indignadas, dizendo “basta”! É um desabrochar para muitas, que se somam e dão energias à continuidade das lutas feministas historicamente acumuladas, conformando uma primavera de resistências e reivindicações na qual mulheres estão na linha de frente.
Mas se a indignação incontida das mulheres tem se evidenciado de um lado, de outro, persiste para grande parte da população a naturalização do machismo. Portanto, desnaturalizá-lo e afirmar o óbvio, que ele é um problema a ser extirpado das relações, das instituições, da sociedade, é tarefa “para ontem”.
Neste sentido, vejo em certa medida com bons olhos a onda virtual de denúncias e desabafos de mulheres sobre #amigossecretos. Mesmo com seus limites, ajuda a colocar em evidência o que o movimento feminista sempre diz, e muita gente ainda duvida: nenhuma relação, pessoal ou política, pública ou privada, está isenta ou protegida de reproduzir machismo. E o patriarcado está presente também nas instituições: as mulheres não são subjugadas apenas em relações interindividuais. O patriarcado se enraiza nestes espaços institucionais e se manifesta por meio da discriminação, desvalorização, humilhação e mais uma infinidade de formas de violência contra mulheres. Para surpresa de muitos, tais manifestações têm agentes que dela de algum modo se beneficiam, isto é, a violência sexista (de todo tipo) é instrumento de poder. O “poder do macho”, como já dizia Saffioti.
Nosso inimigo declarado é o patriarcado, enovelado com o capitalismo e o racismo, e claro, ele somente se sustenta porque está enraizado e é reproduzido nas relações sociais – por indivíduos, notadamente homens. Alguns, queremos que sejam varridos da política, como Cunha, que está à frente da retirada dos nossos direitos por meio de projetos de lei misóginos (Estatuto do Nascituro, Estatuto da Família, PL 5069 que restringe o atendimento à vitimas de violência sexual, entre outros) – evidenciando que a despatriarcalização do Estado só começa com uma mudança estrutural do sistema político, por meio de uma constituinte. Ou como Alckmin, que queremos “fora” porque piora / corta serviços públicos, como fez com a água que ainda falta em muitas casas (sobrecarregando trabalho de mulheres) e agora com o infame fechamento de escolas estaduais.
Já de certos homens que reproduzem o patriarcado, existe uma expectativa e necessidade sobre os que se colocam como companheiros de luta, de vida: a de mudança de conduta, para que aí então construamos ombro a ombro, mulheres e homens, uma sociedade livre de exploração-opressão. Para que a posição subjugada das mulheres na sociedade seja desconstruída não em um futuro longínquo, mas desde já, mostrando que tipo de sociedade futura queremos construir. Mas de alguns outros homens, que nos tratam como “coisa” não humana que pode ser violentada, não podemos esperar pacientemente apenas uma mudança comportamental: queremos reparação e responsabilização.
A luta contra o patriarcado precisa de uma vez por todas ser entendida como central para revirar as estruturas desta sociedade e construir outra. E para isso é preciso muita reavaliação e mudança de postura/conduta individual por parte dos homens. É preciso muito fortalecimento individual das meninas e mulheres, para reconhecerem e identificarem quando sofrem violências de todo tipo, busquem ajuda e sejam acolhidas (onde é importante a solidariedade das mulheres e sensibilidade dos homens). E quando for o caso, que denunciem seus agressores não somente nas redes sociais. Mas mais do que tudo, é imprescindível que para além das ações individuais, que haja muita luta coletiva, autoorganizada pelas mulheres, em aliança com organizações mistas que de fato se comprometam com o feminismo. Precisamos ser maiores que nossos inimigos, que nossos desafios.
O feminismo tem muito a ensinar para a esquerda. “O pessoal é político” precisa ser de uma vez por todas digerido, assimilado e enfrentado. Essa explosão de denúncias expressa que a subjugação feminina pode parecer individual, mas é coletiva. A resistência também precisa ser. Já tem sido, muitas já se organizam e tomam as ruas na luta feminista. Mas é preciso ser maior, continuar florescendo e render frutos. Precisamos, mulheres, nos fortalecer enquanto sujeito coletivo, e a luta contra a violência sexista faz parte disso (Afinal, que sujeito transformador se constitui de mulheres em frangalhos?). Ajudemo-nos companheiras, juntas andamos melhor. Coletivamente, mudaremos o mundo e a vida das mulheres em um só movimento!
“Pisa ligeiro, pisa ligeiro! Quem não pode com as mulheres não atiça o formigueiro!
Pisa ligeiro, pisa ligeiro! Quem constrói o feminismo muda o país inteiro!”

* Thaís Lapa é militante do Núcleo ABC/SP da Marcha Mundial das Mulheres.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Está chegando a Primavera das Mulhes

IV AÇÃO INTERNACIONAL DA MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES


VEM AMIGA VAMOS MARCHAR!
Estamos às vésperas da nossa Primavera!! Para ajudar na organização das mulheres que estarão conosco em Santana do Livramento-RS-Brasil / Rivera - Uruguay, fizemos esse informativo! Nele contém informações diversas, como um Guia dessa nossa Primavera pela vida das Mulheres. Leia com atenção!

Inscrição para a 4ª Ação Internacional na Fronteira RS
Preencha todos os campos.
ATENÇÃO: – As inscrições encerram dia 21/09 (segunda)
Terão direito ao alojamento quem estiver inscrita;
Por isto a inscrição é fundamental.


DESLOCAMENTO
Ônibus fretado
Ainda estamos organizando a listagem final dos ônibus! Conseguimos outros apoios e cada dia cresce mais nossa ação.
Por isso, não se preocupe se ainda não sabe os detalhes, logo estaremos enviando as informações, publicando no blog da MMM-RS <http://mmm-rs.blogspot.com.br/> e no Facebook < goo.gl/Km5sQY>  Fique ligada!
 É muito importante que TODAS as integrantes dos ônibus (delegações) estejam inscritas na IV Ação, através do formulário <https://goo.gl/s7rCew>. Isto é muito importante para a organização na nossa infra-estrutura e para segurança de todas.

Carro:
Algumas marchantes ou parceiras irão com seu próprio carro. Precisamos saber quem irá  e se tem vaga em seu carro; assim como de onde parte, hora etc. Assim como as integrantes dos ônibus, solicitamos que todas estejam inscritas e preencham todas as informações.

Ônibus  tradicional (partindo das rodoviárias)
Mesmo as que irão por conta própria, ou por suas organizações/movimentos e que optaram por sair em ônibus de linha, solicitamos que estejam inscritas e nos informe. Isto é importante para a organização nos alojamentos ou hotel assim como para a infra-estrutura da alimentação.

Ônibus dos sindicatos e organizações
TODAS AS INTEGRANTES DOS ÔNIBUS PRECISAM ESTAR INSCRITAS NA AÇÃO, pois isto além de nos dar exatidão de onde estão as marchantes, é fundamental para a acomodação nos alojamentos.
Estamos fechando as listas dos ônibus e orientando para os alojamentos. Lembramos que algumas delegações, dependendo da distância dos alojamentos, devem prever este custo nos ônibus, sendo um deslocamento pela manhã, para ir até o Parque Internacional ou Unipampa (Rua Barão do Triunfo, 1048) e o retorno a noite para o alojamento. Alguns alojamentos serão em Rivera, no Uruguai, logo é necessário também colocar o custo de atravessar fronteira.
Precisamos saber com urgência quem serão as coordenadoras das delegações, independente se estarão em ônibus próprio ou não!!

ENCERRAREMOS AS INSCRIÇÕES DIA 21 DE SETEMBRO E DIVULGAREMOS EM QUAIS ALOJAMENTOS CADA ÔNIBUS ESTARÁ ALOJADO.

HOSPEDAGEM E ALOJAMENTOS
Organizamos as seguintes formas de nos alojarmos durante a ação:
è Alojamento (Espaço de acantonamento para dormir);
è Acampamento com barracas (a confirmar);
è Rede de hotéis, (por conta de cada mulher);

# O café da manhã deverá ser organizado por cada delegação.
As coordenadoras de cada ônibus serão as coordenadoras dos alojamentos também.

Alojamento
A maioria dos alojamentos são próprios para colchonetes/colchão de ar e terão banheiros com chuveiro quente.  Caso aches melhor e tenha espaço,  podes dormir numa barraca tipo iglu dentro alojamento (ginásio.
Não há cozinha disponível. O café da manhã deverá ser realizado em restaurante próximo ou organizado pelas delegações. As coordenadoras dos ônibus terão a tarefa de promover a autogestão, tanto para o café da manhã quanto para a manutenção  do espaço.
Os ônibus deverão levar as marchantes para as atividades pela manhã e retornar no final da noite.
Acampamento com barracas – como estamos no mês das atividades farroupilhas, as opções na cidade não existem. Tivemos demanda de 1 ônibus inteiro e estamos construindo esta possibilidade. Mas ainda não tivemos a confirmação do local, se estaria liberado quando chegarmos. Caso não tenha, a opção é acantonamento, onde pode-se montar a barraca.


Galpão para os motoristas – Tem um local, para colchonete/colchão de ar, e pode fazer café da manhã.

Hotéis
Estarão hospedadas em torno de 100 marchantes (cada uma é responsável por pagar suas despesas)

Hotel Estrela – lotado
R. Vasco Alves, 822 – Centro - Fone :(55) 3242-2539

Jandaia Turismo Hotel – lotado
Rua - Uruguai 1452 - Telefone: 55 3242 2288

EM CASO DE DESISTÊNCIA POR FAVOR NOS AVISE – já temos lista de espera.

Atenção: todas que estarão hospedadas em Hotel devem preencher o cadastro de inscrição. Isto é muito importante para a organização na nossa infra-estrutura –  alimentação, banheiros e a nossa segurança.

PREVISÃO DO TEMPO  
                Ao que tudo indica, ainda estará chovendo até o próximo sábado e as temperaturas estarão baixas, mas da chama da revolução feminista vai nos aquecer!

Não deixe de levar roupas quentinhas e que te protejam da chuva!
Não deixe de levar agasalhos para a viagem.
Nossa Primavera está gelada e úmida.



O QUE LEVAR NA BAGAGEM?
ALÉM DE MUITA SOLIDARIEDADE FEMINISTA: 
-          Roupas  confortáveis quentes e que te protejam da chuva (suficientes para 3 dias);
-          Agasalho para noite;
-          Sapatos confortáveis e que enfrentem a chuva. Um chinelo é bom levar;
-          Meias , leve bastante por causa da previsão tempo;
-          Colchonete/Colchão de ar e Travesseiro. Leve jornais para forrar o chão e evitar a umidade;
-          Cobertas para encarar a temperatura que fará;
-          Toalha de banho
-          Produtos de higiene e saúde pessoal;
-          Não esqueça dos remédios de uso contínuo (e ou eventual). Se tiver receita, leve também!
-          Levar protetor solar e  um boné ou chapéu sempre é bom;
-          Além disso, você terá de levar talheres, prato de plástico ou louça. Um Copo/Caneca, bem como uma garrafinha de água não pode de jeito nenhum faltar. Não da pra gente fazer a revolução feminista comprando agua ou usando copo de plástico! Qualquer coisa, compra nosso copo da IV Ação.
Características para se somar à Ação:
  • Ser mulher
  • Estar em condições físicas para deslocamento e atividades concentradas em 3 dias
  • Estar disposta para o trabalho coletivo e para ação feminista solidária, agregando e acolhendo mulheres de vários matizes
  • Desejar formar-se e oferecer formação solidária baseada nos princípios feministas
  • Disposição para dormir em acampamento coletivo (acantonamento)
  • Participar de pelo menos uma das atividades organizativas/formativas que serão realizadas pela Marcha ao longo do ano de 2015.
Obs: Os homens são bem-vindos para destruirmos o patriarcado, mas devem também respeitar e compreender que há momentos que as mulheres precisam se auto-organizar. Sendo assim, alguns momentos da ação eles poderão participar, em outros não.

ALIMENTAÇÃO
Estamos construindo a possibilidade com os grupos de Economia Popular Solidária da região:
è almoço e jantar – previsto em R$ 30,00 (média) por dia.
Haverá ainda a rede de bares e restaurantes da cidade de Livramento e Riveira.
Somente poderemos custear as despesas de alimentação daquelas que não tiverem condições de bancar estes custos, conforme formulário de inscrição.
Todas as organizações parceiras, que estarão conosco deverão igualmente se responsabilizar pela alimentação de suas militantes.
è Vamos garantir água e frutas para todo o dia.

Estamos orientando a todas as delegações, a todos os municípios que cada marchante leve seu kit com prato, copo e talheres. Assim como sua garrafinha para água. Isto além de baixar o custo, faz com que nossa ação gere menos lixo na cidade.

 ECONOMIA SOLIDÁRIA E FEMINISTA:
Desde sempre incentivamos a autonomia e autodeterminação das mulheres. Ter um espaço para que as mulheres levem sua produção é fundamental pra nós.
Por isto está previsto, no Parque Internacional, vamos ter um espaço dedica a Economia Solidária e Feminista.
Cada expositora deverá levar sua própria banca ou  organizar-se da melhor forma possível (ex. Esteiras para expor no chão). Não temos condições de conseguir mesas para os grupos.
Procure levar coisas de fácil deslocamento, pois também será possível levar tua banca para os locais onde faremos os debates e oficinas. Assim além de ficarem próximo de onde acontecerão as apresentações, poderão também acompanhar o conteúdo das falas ou dinâmicas.

  
ATIVIDADES CULTURAIS
Haverá um palco no Parque Internacional,  onde serão feiras as apresentações culturais. Venham preparadas pois confraternizarmos juntas, neste que será nosso maior momento neste ano de 2015.
COMPANHEIRAS ME AJUDE,
QUE EU NÃO POSSO ANDAR SÓ.....
EU SOZINHA ANDO BEM,
MAS COM VOCÊ ANDO MELHOR!

PROGRAMAÇÃO
Dia 26/09 – Sábado
Manhã
·                     Pós 10h Recepção & Acolhimento no Parque Internacional.Credenciamento e chegada das excursões/delegações
·                     12 h Almoço no Parque Internacional. 

Tarde
Local: Teatro Municipal "15 de Febrero" (Rivera - Uruguay)
·                     14h30 às 16h30 – Painel a Conjuntura de Descriminalização e Despenalização do Aborto na Argentina, Brasil, Uruguai
·                     16h30 – 17h30 Feminismo por um mundo livre do machismo, da violência e da lesbifobia 
18h30 ou 19h - Colóquio de Parlamentares – Legislando para a promoção da autonomia do corpo e da vida das mulheres e  afirmação do Estado Laico 
Noite
·                     Pós 19h  Atividades culturais

Dia 27/09
Manhã
Local: Unipampa

9:30h às 12h30 – Oficinas/Talleres
  Serviços públicos de informações/acolhimento sobre o aborto e legislação pertinente
  Saberes Populares e Tradicionais; Saúde e Ginecologia Natural
  Mercantilização, Controle e medicalização do nossos corpos
  Identidade de gênero, Autonomia do Corpo, Sexualidade: Heterossexualidade, bissexualidade, lesbianidade, transexualidades
  Construção de Resistências pela vida das mulheres
  Mulheres Negras em Marcha - Pelo direito ao corpo e à Vida das Mulheres
  Políticas públicas de enfrentamento da violência e legislação
  Educação Feminista – enfrentando o conservadorismo 

13h às 14h – Almoço

Tarde

·                     15h30min – Plenária Final Brasil-Argentina-Uruguai pelo Direito ao corpo e à Vida das Mulheres
Local: Teatro Municipal "15 de Febrero" (Rivera - Uruguay)

·                     16h45mim – Ocupe a Praça com Feminismo
Local: Parque Internacional.

Domingo tem tempo livre para reuniões, articulações, descanso, ócio para as mulheres participantes

Dia 28/09
     pós 9h – Concentração para Marcha feminista Trinacional pelo direito ao corpo e a vida das mulheres
Local: Parque Internacional

Mais informações no evento do facebook: 
https://goo.gl/Km5sQY

Endereços e Telefones úteis:
·         Parque Internacional  - Entre Avenida Tamandaré – Brasil e 33 Orientales- Uruguay
·         Teatro Municipal 15 de Febrero – Calle 33 Orientales, 970  -Rivera, Uruguay
·         Unipampa (Rua Barão do Triunfo, 1048)
·         Rodoviária: (55) 3242 -5322 – Rua Senador Salgado Filho, 335.
·         Santa Casa: (55) 3242-2063 – Manduca Rodrigues, 295.
·         UNIMED Central: (55) – Rua 7 de Setembro – Ao lado da UNIMED Farmácia
·         UNIMED- Pronto Socorro : (55) 3242 -1030 – Av. Tamandaré, 2880.
·         Eureka Restaurante e Sorveteria: 3244-5234 – Rivadavia Corrêa, 234.
·         Trigopan (Padaria e Lancheria/Lanchonete) (55)3241-1651- João Goulart, 1097
·         Bar do Braz: (55) 3242-3765. Silveira Martins, 501.
·         Farmácias Panvel, Mais Econômica, São João: Todas localizadas na Rua dos Andradas.
·         Supermercado Righi:  Rua 13 de Maio, 1200 -  2 quadras da UNIPAMPA.
·         TÁXI  (Nessas duas centrais de táxi distâncias até 3km o valor é 5,00 reais)
o    Rádio táxi:  (55) 3244 2424
o   GPS Táxi: (55) 3243-5555




 Contatos Coordenação Ação Internacional
·        Ana Naiara Malavolta – malavolta@brturbo.com.br – Fone/whatsup: 51-9972-0886
·        Maria do Carmo Bittencourt – mariabitt@gmail.com -  Fone:5193619985
·        Cláudia Prates – Fone/whatsup: 51-9208-9643
·        Cíntia Barenho  - Fone/whatsup: 51 81623307
·        Raquel Duarte Fone: 54 81344740
·        Flávia Retamar – Fone 55 97103769



CONTRIBUIÇÃO PARA A AÇÃO:
Feministas em movimento lutam para mudar o mundo e a vida das mulheres: faça parte desta construção!
Nos ajude a financiar nosso encontro.:
Deise T. Menezes  (tesoureira)
Fones 51 82440272/97734797
CPF 468.418.900-78
Banco 033 - Santander
Agência 1211
Poupança 60005977-3