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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Misoginia: uma psicopatia estruturante da sociedade Patriarcal

*Por Bruna Rocha e Maria do Carmo Bitencourt

Ação da MMM Campinas
Mulheres reunidas em Campinas-SP em repúdio à chacina feminicida ocorrida na cidade
É duro perceber que somente nos casos mais brutais de ódio, a luta das mulheres contra a violência cotidiana do Patriarcado tem ressonância na sociedade. Ainda assim, há uma disputa intensa de narrativa sobre qual razão, motivo ou circunstância especial leva um homem a matar a mãe de seu filho, seu filho e toda a família dela e se suicidar em seguida. Os jornais da grande mídia insistem em generalizar o crime como um ato de psicopatia, já que uma chacina não poderia ser classificada, explicada pelo argumento já cĺássico da passionalidade, perda momentânea da consciência ou perda da sanidade por excesso de “amor”. Teses defendidas e bem elaboradas nos blogs, colunas e mídia em geral, dominada pelos homens intelectualizados, ainda que a carta que o exterminador de Campinas deixasse nítido suas motivações misóginas e fascistas.
Na Bahia, três dias depois da chacina em Campinas, um homem incendiou sua própria família dentro de casa em Feira de Santana. O crime, relatado pela sua esposa, que sobreviveu com muitos ferimentos à tentativa de feminicídio, teve um nítido caráter de crueldade e misoginia. O assassino ateou gasolina no corpo da mulher e de todas as pessoas que estavam na casa (uma mulher grávida e o restante, crianças, algumas delas seus próprios filhos), trancou-as e tocou fogo, mesmo diante do pedido desesperado da mulher para que não fizesse aquilo.
Pois bem, se a sociedade insiste em tipificar os feminicidas como doentes mentais que sofrem de transtornos psicológicos e sociológicos, tratemos aqui do machismo como uma doença sim, uma psicopatia social que atinge homens e mulheres, pois desumaniza aqueles e submete estas, podendo muitas vezes nos levar à morte. (Dados do Mapa da Violência de 2015 mostram 13 feminicídios diários).
Pensar nesta doença social não nos remete apenas às características dos indivíduos, às subjetividades das pessoas, aos comportamentos humanos e práticas culturais dos homens, sobretudo, à um Estado de Violências profundamente institucionalizado. Falar da Chacina Feminicida de Campinas e em Feira de Santana (nome correto) é falar da negligência do Estado perante à violência permanente à qual nós, mulheres, estamos expostas. A saga de perseguição e cerceamento da liberdade da vítima de Campinas não começou na noite do dia 31 de dezembro de 2016, mas já vinha desde a sua opção em se separar de seu algoz, em 2012. De lá para cá, foram cinco boletins de ocorrência, uma verdadeira travessia no sistema de Justiça por proteção para si e para seu filho, que esta mulher enfrentou até o dia de sua morte trágica. Com certeza, era semelhante a situação da família na Bahia.
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Foto: Jornalistas Livres/Reprodução do Facebook
Notícias na internet e nos grandes jornais de televisão insistem em ratificar que a vítima de Campinas negou ser beneficiária das medidas protetivas que a Lei Maria da Penha poderia lhe assegurar, mas nenhum destes veículos aprofundou a investigação sobre a incongruência de uma mulher que teve a coragem de se separar de um agressor ameaçador, que teve coragem de denunciá-lo à Polícia e à Justiça, ter recuado diante da medida protetiva. Quantas ameaças ela não deve ter sofrido para tomar essa dura decisão. E se ela tivesse aceito, estivesse sobre proteção do Estado, será que estaria viva hoje? Afinal na maioria das vezes o papel que o judiciário emite garante o que mesmo na prática? Garante nenhuma proteção policial mais rápida ou atendimento especializado nos raros Centros de Referência em Atendimento às Mulheres em Situação de Violência no país. Garante abrigagem em casa protegida só quando já somos sobreviventes de atentados à vida ou ameaças graves, isso se houver Casa Abrigo, se houver vaga e se a mulher em meio ao desespero e caos solicitar, convencendo as autoridades de sua situação de extremo risco. Neste momento quem tem uma familia protetiva e acolhedora escolhe ficar neste lugar, pois mesmo sabendo das intenções violentas deste homem, todas só queremos acabar com este sofrimento e seguir em frente, desejo de liberdade e autonomia negado às mulheres pela sociedade e o Estado que necessita das mulheres submissas em casa, no trabalho reprodutivo e de cuidados.
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Jornalistas Livres/Reprodução do Facebook
Acreditamos que as políticas conquistadas a partir do tensionamento promovido pelas lutas das mulheres contra o Estado Patriarcal, a exemplo da Lei Maria da Penha e da Lei do Feminicídio, foram e são fundamentais para o acúmulo histórico do feminismo na construção de uma sociedade livre da violência misógina. Por outro lado, sabemos que as tensões existem nas duas vias, e há muita resistência do Estado em assimilar estas leis afirmativas e igualitárias em suas estruturas retrógradas e conservadoras. Sabemos que ainda não existem o mínimo de equipamentos necessários, suficientemente qualificados para lidar com as violências estruturantes da sociedade patriarcal e a reinserção social das mulheres que, geralmente, são praticamente encarceradas, distanciadas de suas famílias e ciclos sociais, para que possam se proteger do agressor
É fundamental fazermos um debate sistêmico sobre a Chacina Feminicida de Campinas e Feira de Santana. O Patriarcado está em todas as atitudes do atirador misógino: na violência com que tratava sua mulher, na sua concepção racista e fascista de Estado explícita em suas opiniões sobre o sistema carcerário do Brasil, o qual chamava de “paizeco” em sua carta, na violência sexual que praticou contra seu próprio filho, na forma como se referia às mulheres e ao feminismo, à legislação que deve nos proteger, apelidando-a macabramente de “Lei Vadia da Penha”. O mais interessante e importante para pensarmos o quanto este tipo de feminicida é comum e camuflado em nossa sociedade patriarcal é a entrevista do vizinho do assassino, o qual discorre sobre uma conduta “tranquila”, “normal” e “alegre” que o homem tinha em seu dia a dia. Psicanalistas talvez dirão que estes são sintomas de uma ou outra doença neuropsicológica. Nós, mulheres alvos da violência cotidiana, afirmamos com certeza: esta doença é social, é racional e atende à um projeto de poder. Essa doença se chama machismo e sim, ela também mata homens, mas é feita para matar mulheres. Continuaremos em marcha, resistindo e gritando nas ruas e nas redes: A violência contra a mulher não é o mundo que a gente quer!
*Bruna Rocha e Maria do Carmo Bitencourt são militantes da Marcha Mundial das Mulheres

terça-feira, 7 de maio de 2013

Nota da CMS sobre acordo assinado pelo governo do RS e Elbit Systems, empresas militares israelenses.

Coordenação dos Movimentos Sociais do Brasil pede a suspensão do acordo com a Elbit Systems assinados pelo governo do Rio Grande do Sul e exige um embargo militar imediato a Israel

Estamos chocados ao ver que o Rio Grande do Sul, que foi apenas há alguns meses a sede do Fórum Social Mundial Palestina Livre, tenha na segunda-feira 29 de abril assinado um acordo para um grande pólo tecnológico baseado nas empresas militares israelenses Elbit Systems e sua subsidiária AEL, já instalada em Porto Alegre. O pólo militar essencialmente israelense vai envolver nossas universidades, institutos de pesquisa governamentais e empresas, ligando todos os elos em cumplicidade com a empresa israelense responsável por crimes de guerra.

Elbit Systems é um símbolo para a ocupação e apartheid israelense, que vive de e abastece a guerra e sistemas de repressão e controle na Palestina e em todo o mundo. Ela produz os drones usados nos ataques contra Gaza e no Líbano e fornece equipamentos para os tanques Merkava israelenses. O Muro do Apartheid de Israel, que isola as comunidades palestinas em guetos murados, tem proporcionado uma enorme fonte de rendas para Elbit e alguns dos assentamentos israelenses ilegais são "segurados" pela tecnologia Elbit. Por isto, tem um apelo ao boicote de Elbit na Asamblea da ONU. Elbit exporta sua tecnologia da repressão, da exclusão e do racismo em todo o mundo, como por exemplo nos EUA, onde está construindo o Muro da Morte ao longo da fronteira para o México.

Apoiamos o chamado palestino por um embargo militar imediato e denunciamos os crescentes laços militares entre Brasil e Israel, acordo após acordo, a nível regional e federal. O Brasil já se tornou o quinto mais importante importador de armas e tecnologia militar israelenses; quase o dobro da quantidade das exportações israelenses para os EUA. A relação privilegiada do Brasil com o complexo militar-industrial de Israel permite a sustentabilidade econômica para a indústria de guerra de Israel, que vive para até 80% sobre das exportações e de investimentos externos.

Este projeto de Rio Grande do Sul leva as relações militares com Israel a um nível completamente novo: se não for parado, irá mover o complexo militar israelense no centro do desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul e da pesquisa e indústria de defesa brasileira. O acordo permite a Elbit de explorar nossos trabalhadores e estudantes e o crescente mercado de armas na América do Sul e contribui ainda mais para a desnacionalização da indústria brasileira e para a dependência de interesses políticos israelenses. 

Portanto, apelamos para a interrupção imediata de quaisquer negociações ou ações que implementam este Memorando de Entendimento assinado por Rio Grande do Sul.

Defendemos a soberania dos povos e acreditamos que o único desenvolvimento econômico sustentável é aquele que respeita os direitos humanos e justiça social e política. Para atingir este exigimos o fim imediato das relações militares com Israel.



Coordenação dos Movimentos Sociais


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

HOMOFOBIA: violência que ameaça, decide e MATA!

  por Naiara Malavolta*


São muitos os fatores que constróem uma mentalidade preconceituosa e agressiva. Não precisamos ser mestras em psicologia para entendermos isso. No entanto, destes fatores a cultura e a educação - ou a falta da educação para a diversidade - são, sem dúvida, os mais preponderantes.
No Brasil, país de muitos preconceitos, desde muito cedo é comum ver as crianças praticando o hoje chamado bulling preconceituoso: chama-se negros e negras de macacos em qualquer campo de futebol; loiras de burras em salas de aula, meninos sensíveis de veadinhos e meninas com atitude de machorras. Pior: estes xingamentos são considerados "comuns da idade" na maioria das escolas, afastando o enorme grau de preconceito que trazem embutidos neles.
Esta "cultura" reproduzida pelas crianças é formada pelos exemplos domésticos (piadinhas, xingamentos ou termos inadequados usados ao corrigir o comportamento das crianças) e, mais forte que tudo, pelas imagens rotineiras dos programas de televisão e constróem cotidianamente adultos que têm preconceito e muitas vezes não sabem nem mesmo o porquê, ou de onde esta aversão (por isso o uso do termo fobia) veio.
Ensinar a pensar é uma das grandes tarefas que tem a escola na educação das crianças e um dos questionamentos mais importante é sem dúvida: porque existem papéis definidos para homens e mulheres? A quem estes papéis favorecem?
Nos assusta a quantidade de reações violentas com homossexuais nas ruas, praticadas por "cidadãos comuns", sem antecedentes - o que dificulta a punição, quase sempre convertida em trabalhos comunitários ou pagamento de cestas básicas.
O problema é que a falta de ação pública, como política de Estado (e não em ações de governo, como insistem alguns "gênios" hoje em dia), só faz piorar as coisas, transformando a impunidade em fator que reforça a cultura machista, racista e lesbofóbica no Brasil.
O fato, hoje, é que a homofobia no Brasil, assim como o machismo, é violenta: ela escolhe um alvo, ameaça, decide que vai acabar com aquela vida e MATA! Execuções bárbaras, sumárias, geralmente cometidas com requintes de crueldade, por motivos fúteis e, invariavelmente levadas a cabo por homens. Será, mesmo, que isso não quer dizer alguma coisa? Será mesmo que esta cultura tem de ser preservada?
No centro deste debate um fator me solta aos olhos: os fundamentalismos! Falo no plural porque dependendo da cor da pele e do gênero atacado, o fundamentalismo social entra em ação, mas o fundamentalismo religioso, este está no centro da grande maioria dos casos. Igrejas que esolhem ou escolheram alvos durante toda a sua história e que hoje voltam suas armas para nós, homossexuais.
Não que a religiosidade das pessoas seja problema. Entender isso no meu texto seria o equivalente a enteder que quando falo nos crimes cometidos por homens, imagino que todo o homem seja um criminoso. Não, óbvio que não se trata disso. Acontece que a religiosidade não é um problema quando manifesta por pessoas que têm cultura, discernimento, ou foram educadas pela escola ou pela vida de forma inclusiva, compreendendo a natureza e a riqueza da diversidade humana.
No entanto, esta mesma religiosidade, transformada em dogma sectário (como todo o dogma é) e fanático como a ignorância o faz ser, esta religiosidade, sim, é perigosa, porque está sendo usada como motor para o ódio, para a apropriação das mentes das pessoas e, inclsuive, dos espaços de poder nas esferas públicas. A frase "Deus vai te punir" é o recurso da hora quando nos atacam nas ruas, hoje em dia.
Falo tudo isso porque esta semana dezenas de lésbicas, ativistas do movimento LGBT do estado do Paraná, foram alvo de violência direcionada: e-mail e telefonemas ofensivos, ameaçadores, com termos de baixo calão foram direcionados para várias das nossas companheiras. Em muitos deles o termo DEUS apareceu várias vezes.
Tomamos providências, é claro, e certamente encontraremos as pessoas que as fizeram. No entanto, esta situação nos faz pensar a cada noite, antes de dormirmos: até quando? Quanto tempo mais teremos de vencer o medo diário de sairmos às ruas sem sabermos se não seremos nós as próximas vítimas? Até quando esta visbilidade escancarada ou a invisibilidade forçada serão as únicas armas disponíveis para nos defendermos?
Continuaremos lutando diariamente para mudar esta CULTURA que separa homossexuais de heterossexuais, mulheres de homens, negros de brancos, bons de maus, como forma de, polarizando, nos colocar em lados opostos da natureza humana, situação utilizada para justificar o medo, a aversão, o preconceito que leva à agressão, à violência e tantas vezes à morte. Mas não podemos mais fazer isso sozinhas! Esperamos, infelizmente ao som de marchas fúnebres, que todas as vozes se levantem!
"O que está acontecendo? O mundo está ao contrário e ninguem reparou? O que vocês está fazendo? Eu estava em paz, quando você chegou..." - Nando Reis - Relicário.
* Liga Brasileira de Lésbicas - articulação Regional Sul
LBL-RS - Liga Brasileira de Lésbicas - RS lbl.rs@brturbo.com.br

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Informativo da MMM-RS out 2012

Companheiras da MMM-RS

Conforme reafirmamos em nossa Plenária Estadual da MMM, de 15 de julho de 2012, que mesmo estando em período eleitoral, nossa ação não deveria parar.
Desta forma, todas as agendas que avaliamos como prioritárias, não deixaram de ser acompanhadas ou organizadas, além de estarmos sempre atualizando nossa lista.

Abaixo algumas ações de carater estadual:

7 de agosto – ato em várias cidades pelos 6 anos da Lei Maria da Penha, a violência contra as mulheres e o feminicídio. Fizemos um material da MMM (panfletos, cartazes e lambes) e os adesivos da ofensiva contra o machismo.

24 de agosto e 29 de agosto → Jornada Lésbica Feminista (24 – debate e 29 ocupação do Largo Glenio Peres). Além de organizarmos nossa participação, tínhamos material específico (panfletos) e adesivos.

1º de setembro – Marcha contra a Mídia Machista, em Porto Alegre e outras cidades. Fizemos uma material específico (panfleto e adesivos contra o machismo, pirulitos e cartazes) e foi distribuído em nossa lista e blog: http:/www.mmm-rs.blogspot.com.br/2012/08/somos-mulheres-e-nao-mercadoria.html


28 de setembro dia Latino Americano de luta pela legalização do aborto - Neste dia como em todos os outros reafirmamos: ABORTO NÃO É CRIME. Ocupamos várias cidades do Estado e em Porto Alegre organizamos colagens e pichações nas ruas do centro de Porto Alegre. A ação foi realizada em conjunto com outros movimentos.
No dia 30 de agosto participamos de uma ação organizada pela Rede Feminista de Saúde e Marcha Mundial das Mulheres RS. Fotos aqui: http://www.flickr.com/photos/cintiabarenho/8040451629/in/photostream

Outubro -
Estado Laico - Estamos num momento fundamental do debate pelo ESTADO LAICO. Sendo esta uma pauta que interessa ao feminismo e a toda a sociedade, precisamos fazer pipocar notícias, textos, matérias sobre o tema.
Tudo que faça com que o debate circule nas redes.
Contamos com a ação militante de cada companheir@ neste momento.
 Além disto estamos, em conjunto com mais de 40 organizações, articuladas para novo pedido de agenda com o Governador do Estado, para o mês de outubro.
Comecem assinando e divulgando a petição, em breve ela será muito útil.
Este debate nos é caro, e temos a certeza que tod@s compreendem a importãncia de agirmos conjuntamente. (informativo da LBL-RS)

27 de outubro – Formação Feminista voltada para lideranças das organizações mistas, parceiras da MMM-RS

Esta é mais uma atividade dentro da nossa política de organizar formação feminista tanto voltada para as militantes da MMM como para mulheres de organizações que tem parceria com a Marcha. Além de pensarmos a metodologia e conteúdo desta formação, também tivemos uma preocupação com nossa autonomia financeira, assim esta formação terá um investimento de R$ 150,00 para as organizações (este valor é para 3 vagas e material de formação). Sortearemos ainda 1 bolsa da Frida Khalo entre todas e todos os colaboradores.

O conteúdo da formação (3 tópicos, sempre fazendo a relação mundo/Brasil):
manhã:
- pensamento moderno e feminismos nos séculos XVIII e XIX
- os feminismos do século XX – origem do 8 de março
- feminismos no novo milênio (o surgimento da Marcha Mundial das Mulheres)
- o que é ser feminsita?

Formadora: Prof. Iris de Carvalho, Historiadora pela Universidade de Santa Maria


29 de outubroSorteio da Rifa feministas de uma Câmera Fotográfica Diana Mini com Flash
Sorteio: 29/10/12  Concurso Loteria Federal - Valor: R$ 4,00
o prêmio: uma câmera analógica criada em 1982 na URSS comunista, que foram produzidas pela empresa LOMO, para que fossem máquinas baratas pequenas e fáceis de usar para que as famílias documentassem amplamente o estilo de vida soviético.
Um jeito divertido e diferente de fotografar ao acaso, de forma imprevisível. A Lomografia não é uma fotografia encenada, produzida; é uma fotografia do quotidiano.
A pequena Diana Mini usa filme fotográfico de 35mm para te dar adoráveis fotos quadradas e em meio frame. O Kit inclui o Diana F+ Flash e um livro. Além disso, há 12 diferentes filtros coloridos para utilizar na Diana F+ Flash.
Todos os talões que foram vendidos tem que retornar urgente para a Cintia com os valores dos cupons. Além da urgência em reunir os recursos, temos que ter os cupons todos juntos no dia do sorteio.


Novembro -
1º mês da Diversidade - TVE MOSTRA da DIVERSIDADE
É um projeto integrado entre Fundação Cultural Piratini e SEDAC, que tem também como parceiros institucionais - GHC (Grupo Hospitalar Conceição),  CODIC e Assembléia Legislativa - além de movimentos sociais de mulheres, negros, índios e LGBT.
A mostra se desenvolve a partir do tema transversal da diversidade, tanto no âmbito da cultura, da economia, da arte popular e dos movimentos sociais, aproveitando que o mês de novembro congrega diversas datas alusivas aos direitos humanos, conquistas sociais e ações afirmativas.
Serão 4 semanas de programação com exibição de documentários e filmes em quatro eixos temáticos principais: negritude, indígenas, diversidade sexual e mulheres. Durante o período, a criação de uma faixa de horário, por exemplo, de segunda a sexta-feira para exibição destes audiovisuais.
Para nós da MMM, sugerimos apenas as seguintes datas:
Dia 25/11, Dia Mundial da Não Violência pela Mulher – atividade com o conjunto dos movimentos feministas – fortalecimento das alianças feministas no RS
Dia 29/11, Dia Internacional da Solidariedade dos Povos Palestinos – com duas atividades autogestionárias – 1 em conjunto com outros movimentos e uma da MMM, nas quais contaremos com a presença de mulheres palestinas.
Dia 10/12, Dia de Ação Internacional – 24 horas de ação feminista ao redor do mundo, com ações em vários países do mundo, que acontecem sempre no mesmo horário - das 12h às 13h.
*Seminário - a proposta de data é de 5 a 7 de dezembro (quarta a sexta-feira), com um ato oficial de encerramento e entrega de documento final do seminário para o governador RS na 2ª feira, dia 10 de dezembro, de manhã
28 de novembro a 01 de dezembro - Fórum Social Mundial Palestina Livre, acontecerá em Porto Alegre, em atividades espalhadas pelo Centro Histórico.
Como divulgamos anteriormente, a MMM participou no dia de 24 de setembro, do seminário de formação promovido pela CMS de preparação rumo ao Fórum Social Mundial Palestina Livre, que contou com a participação da professora Analucia Pereira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e da deputada Haneen Zoabi, deputada palestina no Knesset (parlamento israelense). Mais informações: www.wsfpalestine.net.

Dezembro - Dia de Ação Internacional – 24 horas de ação feminista da Marcha Mundial das Mulheres, ao redor do mundo, com ações em vários países do mundo, que acontecem sempre no mesmo horário - Dia 10/12, das 12h às 13h. Organize esta importante agenda em seu município também

A coordenação executiva
MMM-RS