sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Marcha Mundial das Mulheres assinou o Alerta Feminista 2020



 📢 Marcha Mundial das Mulheres apoia o Alerta Feminista 2020, que luta contra os retrocessos fundamentalistas que criminalizam a Legalização do Aborto. 

📝 Você pode contribuir com a assinatura da campanha de adesão ao Alerta Feminista 2020 - Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto. Formulário disponível no link:http://bit.ly/FormularioAlertaFeminista 

➡️ Confira o Alerta na íntegra: http://bit.ly/AlertaFeminista2020

É pela vida das mulheres e das meninas! ✊🏽 

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Alerta, Alerta Feminista!!! Vamos assinar?

 



Olá companheira! 


O Alerta Tá ganhando o mundo, e agora é nossa vez de colocar nossa força política para transformar essa sociedade, repudiar os retrocessos Fundamentalistas e lutar pela Legalização do Aborto. 


Sabe como ajudar? 

Quer contribuir? 

Se liga nessa listinha


1- Assista nossa Live de lançamento para adesão pública do ALERTA FEMINISTA 2020.


https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3461092817301696&id=478590202218654



2- Espalhe o Formulário que tá acolhendo as Assinaturas. 

Podem assinar pessoas individualmente, Grupos, Organizações, coletivos e redes...


https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeO7qIbkQLevcEDnXm5nUf24LgLNWL5BoqN6oI8bN4ifmELgg/viewform


3- Sua organização assinou o ALERTA FEMINISTA 2020? 

- Editar esse card, inserindo a sua logo marca e pública na sua página, para todo mundo saber que você apoia essa causa. 

- Grava um vídeo curto falando porque você e sua organização apoiam o ALERTA FEMINISTA 2020 e pública na sua página. 

( Nessas publicações marca a gente) 


https://www.facebook.com/FrenteNacionalPelaLegalizacaoDoAborto/




Para acessar o Alerta na íntegra: https://frentelegalizacaoaborto.files.wordpress.com/2020/09/alerta-feminista_set2020.pdf



Para mais cards:

https://drive.google.com/drive/folders/1yFMbIyd-clavVD6CkMccMdSk7ElzRf0v?usp=sharing

sábado, 29 de agosto de 2020

Economia Feminista: difusão das oficinas produtivas de sabão

Mulheres do coletivo Dandara da Ocupação Urbana Zumbi dos Palmares (Humaitá - POA) e mulheres do coletivo Mães de Periferia (Esteio) chamam todas as mulheres de suas comunidades a participarem da oficina de produção de sabão, com objetivo de organizarem formas de geração de renda baseadas na solidariedade, reciclagem, ecologia, cooperação e feminismo. 

Após oficina em parceria com o Sabão da Terra , o conhecimento adquirido é compartilhado com moradores das comunidades, aumentando a rede de mulheres que produzem de forma autônoma e auto-organizada outra forma de fazer economia. 

O conhecimento de produção de sabão a partir de óleo vegetal reutilizado é antigo e geracional. Sua produção promove a reciclagem dos óleos usados e das formas plásticas de uso cotidiano (potes de margarina ou garrafas pets), fortalece as redes comunitárias a partir do trabalho coletivo de coleta de materiais e do trabalho auto-gestionado, gera renda e autonomia. O sabão é produto essencial para as tarefas cotidianas de cuidado, além de combater contaminação por microorganismos prejudicais a saúde humana como no caso do Covid-19.

Esta ação faz parte das Ações de Solidariedade Feminista organizadas desde o ínicio da pandemia, pela Marcha Mundial das Mulheres RS.

Todas as participantes devem se proteger, utilizando máscaras, óculos, alcool gel e manter distanciamento mínimo umas das outras.


Oficina na Ocupação Zumbi a acontecer dia 13/09/2020



Oficina em Esteio realizada em 26/08/2020


  • Sabão da Terra - https://www.facebook.com/terrasabao/
  • Mães de Periferia - https://www.facebook.com/esteioRS/
  • Coletivo de Mulheres Dandara - https://www.facebook.com/Coletivo-de-Mulheres-Dandara-107948117704127/


VÍDEO - Mães da periferia oportunizando geração trabalho e renda e consumo pessoal: https://pt-br.facebook.com/MarchaMundialRS/posts/4553149694710190?__tn__=-R

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Nota da Marcha Mundial das Mulheres pela anulação da portaria nº2.282


A violência contra as mulheres é estrutural, autorizada e naturalizada diariamente na nossa sociedade. Os assédios e abusos físicos e psicológicos, a violência doméstica, o feminicídio, a cultura do estupro deixam o mundo mais perigoso para as mulheres.
O Brasil registra 180 estupros por dia. A cada hora, quatro meninas brasileiras de até 13 anos são estupradas. Em 2018, foram mais de 66 mil estupros no Brasil, sendo que 53,8% de meninas com menos de 13 anos, e a maioria negra.  26 mil partos de meninas com idade entre 10 e 14 anos são registrados em média por ano no país. 

Se considerarmos a subnotificação dos casos de violência sexual/estupro no Brasil, com certeza a realidade dos dados é ainda mais alarmante. No entanto, vivemos em uma sociedade patriarcal e racista, na qual muitas meninas e mulheres não se sentem seguras em denunciar a violência ou demoram para fazê-lo, como foi o caso da menina de 10 anos do Espírito Santo.

11 dias após a garota ter finalmente conseguido realizar o aborto, o governo Bolsonaro quer institucionalizar a perseguição a vítimas de estupro no Brasil, torturar e criminalizar as mulheres.
De acordo com o artigo 128 do Código Penal Brasileiro de 1940, uma menina ou mulher que sofre violência sexual tem o direito ao aborto legal, o que significa o pleno atendimento na rede de saúde pública a partir do momento que a vítima dá entrada no serviço de saúde. Não é necessário autorização jurídica nem policial, a palavra, a vontade da vítima são suficientes para que a lei seja cumprida. O Código Penal não exige qualquer documento para a realização do aborto nesse caso, a não ser o consentimento da mulher.
No entanto, mesmo sem o código penal exigir nenhum tipo de documento, já havia uma série de procedimentos a serem seguidos a fim de se conseguir a autorização para o aborto legal. A portaria nº 2.282 de 27 de agosto de 2020 muda esses procedimentos, criminalizando mais ainda as mulheres e dificultando o acesso ao aborto legal para as vítimas de estupro.
A primeira das mudanças afeta diretamente as mulheres cuja gravidez é de risco. O procedimento de autorização para o aborto legal é feito em 4 fases. Os protocolos anteriores afirmavam que as mulheres cuja gravidez representasse risco à sua vida não eram obrigadas a seguir todos esses passos. Agora, com o novo texto, mesmo as mulheres com gravidez que representa risco terão que fazê-los, demorando mais ainda para poderem abortar.
A nova portaria também obriga médicos, demais profissionais de saúde ou responsáveis pelo estabelecimento de saúde a notificarem a polícia nos casos em que a gravidez a ser interrompida seja decorrente de estupro. Além do mais, a portaria estabelece também que os profissionais de saúde são obrigados a preservar, por exemplo, fragmento do embrião, para entregá-lo à polícia. Os profissionais da saúde podem sim guardar evidências do crime de estupro, mas isso só deve ser repassado à polícia caso a mulher (ou garota) queira seguir com a denúncia do crime.
Mas a polícia não tem nada a ver com o procedimento de aborto. Caso a mulher queira seguir com uma denúncia de estupro, aí sim irá à polícia. Mas o procedimento de aborto não tem absolutamente nada a ver com ela. Obrigar os profissionais de saúde a envolver a polícia fere a autonomia das mulheres e autoriza a quebra de sigilo entre médico e paciente, expondo as mulheres. Não cabe aos profissionais de saúde atuar de forma investigativa. Cabe à mulher, e somente a ela, a decisão de seguir com uma denúncia ou não.
Outra grave violação na portaria consiste na possibilidade do(a) médico(a) sugerir à vítima a visualização do feto ou embrião por meio de ultrassonografia. A exposição desse tipo de imagem a uma vítima já em situação extremamente vulnerável pode muito bem ser classificada de tortura contra as mulheres, uma grave violação dos Direitos Humanos. Isso abre espaço para que profissionais religiosos pressionem as mulheres a não realizarem o aborto.
Dentre as diversas consequências da violência sexual, a gravidez é uma das piores para a mulher. Além disso, a gravidez decorrente de estupro também coloca a mulher na circunstância de escolher o desfecho da gestação – mantê-la ou interrompê-la. Nesse sentido, forçar uma mulher a manter essa gravidez sofrido pode ser considerado uma segunda violência. É preciso afirmar sem medo: todo e qualquer procedimento que dificulte o acesso ao aborto legal em caso de estupro viola o direito constitucional da mulher vítima de violência.
Nós, da Marcha Mundial das Mulheres, exigimos a anulação da portaria nº2.282, que legitima mais uma forma de violência contra a mulher, ao obrigá-la a viver situações de torturas durante um procedimento de saúde garantido em lei que preserva os direitos fundamentais da mulher em situação de violência.
Afirmamos também que a descriminalização e legalização do aborto é a forma legítima e definitiva de manter o direto das mulheres à soberania e autodeterminação dos seus corpos. A decisão de manter ou não uma gravidez é das mulheres, e somente delas.

Ressaltamos, ainda,  a urgente necessidade de que a classe trabalhadora brasileira reaja de forma vigorosa para pôr fim a esse desgoverno Bolsonaro, que está promovendo o genocídio da população mais pobre e o desmonte de todas as políticas públicas, os direitos e a democracia, no intento de implementar o projeto ultra neoliberal e fascista no Brasil.
Basta de violência contra a mulher!
Aborto seguro, público e legal é direito de toda a mulher.

Pela legalização do aborto no Brasil!

LIVE DA VISIBILIDADE E RESISTÊNCIA LÉSBICA E FEMINISTA





No dia 28 de agosto, sexta-feira, às 18h, a Marcha Mundial das Mulheres fará uma transmissão ao vivo com a presença de lésbicas marchantes de várias partes do Brasil. Será um espaço de debate sobre as lutas das mulheres lésbicas, feministas, anticapitalistas e antirracistas para combater a política de morte, o conservadorismo e o neoliberalismo. Além do bate-papo, a live contará com intervenções artísticas. Anota na agenda!

A transmissão acontecerá no YouTube e no Facebook da Marcha Mundial das Mulheres:

Durante toda a semana, estamos divulgando vídeos e materiais com a tag #LésbicasContraBolsonaro. Compartilhem, divulguem, postem e usem a tag!
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Se você ainda não recebe notícias da Marcha Mundial das Mulheres no WhatsApp, clique no link https://wa.me/5511943409562 e diga "olá, quero participar da lista de transmissão da Marcha"

domingo, 23 de agosto de 2020

NOTA DA FRENTE NACIONAL CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES E PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO




Quanto mais sofrimento e morte falta para nossa gente perceber que a criminalização do aborto é expressão da violência racista e sexista no Brasil? ❓❔❓

A Frente Nacional Contra a Criminalização das mulheres e Pela Legalização do Aborto, lança essa nota nesse momento em que a sociedade brasileira está impactada pelas falhas na proteção de uma criança de 10 anos, vítima de repetidos estupros por quase metade de sua vida, e ainda a negação do direito que essa menina negra, pobre, do litoral do Espírito Santo, encontrou até a realização do procedimento assegurado por lei e determinado em decisão judicial, é inadiável falar de aborto e violência racista contra meninas e mulheres.

#pelavidadasmulheres
#legalizaçãodoaborto
#abortolegalseguroegratuito


Leia a nota completa em: https://cutt.ly/jfiHbfL

Quanto mais sofrimento e morte falta para nossa gente perceber que a criminalização do aborto é expressão da violência racista e sexista no Brasil?







Quanto mais sofrimento e morte falta para nossa gente perceber que a criminalização do aborto é expressão da violência racista e sexista no Brasil? ❓❔❓

A Frente Nacional Contra a Criminalização das mulheres e Pela Legalização do Aborto, lança essa nota nesse momento em que a sociedade brasileira está impactada pelas falhas na proteção de uma criança de 10 anos, vítima de repetidos estupros por quase metade de sua vida, e ainda a negação do direito que essa menina negra, pobre, do litoral do Espírito Santo, encontrou até a realização do procedimento assegurado por lei e determinado em decisão judicial, é inadiável falar de aborto e violência racista contra meninas e mulheres.

#pelavidadasmulheres
#legalizaçãodoaborto
#abortolegalseguroegratuito

Leia a nota completa em: https://cutt.ly/jfiHbfL