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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ATENÇÃO: Circular Fórum Social Mundial Palestina Livre

Estamos na reta final para o FSMPL (Fórum Social Mundial Palestina Livre) em Porto Alegre/ RS e, assim como em momentos anteriores, necessitamos estar organizadas para que nossa estadia seja o mais tranquila possível. Ainda que no programa tenham atividades importantes sobre outros temas, a orientação é que centremos nossa atenção e participação nas que são voltadas para a Palestina, foco desse Fórum.

Nós, militantes da Marcha Mundial, ficaremos alojadas na escola Técnica Estadual Parobé - Centro Estadual de Referência em Educação Profissional. Os custos de nossa estadia estão sendo assumidos pela Marcha Mundial Nacional.

A escola é bem próxima ao centro, onde ocorrerão as atividades do Fórum, portanto não teremos gastos com deslocamento.
 
Por estar em período de aulas do ano letivo, a escola estará em funcionamento normal, portanto, ficaremos numa área reservada nas salas do pavilhão 9.
Estaremos em (+-) 100 mulheres e teremos a disposição 4 chuveiros além de uma cozinha que utilizaremos para pequenos lanches, além do café da manhã. Poderemos entrar na escola a partir do dia 28/11/2012 e ficaremos até o dia 01/12/2012.
 
 
FIQUE ATENTA PARA AS ORIENTAÇÕES A SEGUIR:
 
Leia com atenção! Não passe os olhos apenas
 
Traga seu colchonete e objetos de uso pessoal. Em Porto Alegre pode esfriar durante a noite, então, traga uma coberta. Lençol, coberta, toalha, caneca, são utensílios de responsabilidade de cada uma, não haverá disponível para distribuição.

Alimentação. A MMM garantirá o café da manhã das companheiras que ficarão alojadas na escola, por isso, traga sua caneca. As demais refeições serão de responsabilidade individual.
 
Segurança. Como de costume, pedimos para que a companheiras não levem objetos de valor para o FSMPL. Câmaras fotográficas, celulares e carteiras devem acompanhá-las durante o dia, NUNCA serem deixadas no alojamento.
 
O alojamento é para as mulheres. Como dito anteriormente, a Marcha está arcando com os custos para nosso alojamento. Para a garantia de maior conforto e liberdade, o alojamento da MMM é destinado para as mulheres, sendo assim, companheiros do sexo masculino, deverão buscar outros lugares para se alojar.
 
Saúde e Cuidados. Em Porto Alegre há possibilidade de variação de temperatura. Em geral faz calor durante o dia e a noite esfria, então, traga roupas leves e confortáveis para o dia e um agasalho para noite. Para evitar qualquer transtorno, pedimos as compas que fazem uso de medicações especiais, que levem seus medicamentos e os utilizem como de costume. (ex. hipertensão, diabetes, cardíacos, etc). Traga protetor solar. Se possível, leve repelente, pois a região é próxima do rio e pode haver insetos.
 
Organização. Nos dividiremos em equipes de trabalho para a manutenção da limpeza e organização do local. Teremos pulseira identificadoras para acesso a escola
 
Urgências. A MMM estará com um celular (claro) para caso de alguma necessidade durante o FSMPL. Leve isso anotado com você! (51) 94571749
 
Endereço da escola: Técnica Estadual Parobé - Centro Estadual de Referência em Educação Profissional - Avenida Loureiro da Silva, 945 - Centro - Porto Alegre/RS CEP 90010-420 - Tel.: (51) 3221-6953 http://www.cteparobe.com.br
 
Obs. 1.Programa do FSMPL (sujeito a alteração). 2. Mapa do território do FSM Palestina Livre em POA

Marcha Mundial das Mulheres

domingo, 25 de novembro de 2012

17ª Marcha dos Sem ocorre na quinta-feira, dia 29 de Novembro

Concentração séra a partir das 15h
 
 
A 17ª Marcha dos Sem acontecerá no dia 29 de novembro, a partir das 15h. A tradicional caminhada sairá da Praça Otávio Rocha e seguirá pelas principais ruas do centro de Porto Alegre até a chegada à Usina do Gasômetro.

Durante o trajeto, os participantes da Marcha dos Sem irão se somar a Marcha de abertura do Fórum Social Mundial Palestina Livre e juntos irão até o final da caminhada, quando acontecerá um ato show.
Este ano, o evento tem como eixo principal a luta pelo fim de todos os muros que geram desigualdades, injustiças, racismo, machismo e destruição do meio ambiente. Estes muros que impedem reformas estruturais e rupturas indispensáveis ao crescimento e ao desenvolvimento do Brasil e ao atendimento de reivindicações históricas do movimento democrático e popular, como a reforma agrária, a reforma urbana, a reforma política, direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, acesso à educação e a proteção do meio ambiente.
A Marcha dos Sem é organizada anualmente pela Coordenação dos Movimentos Sociais do Rio Grande do Sul (CMS-RS), desde 1996, tendo como principal objetivo unir os movimentos sociais para lutar por um Estado indutor do desenvolvimento econômico e social, sustentável e que promova a justiça social.
Com caráter reivindicatório, a Marcha também é aponta alternativas de desenvolvimento às instituições públicas e privadas. Desde sua criação da Marcha, são defendidos sete eixos principais: emprego, salário, saúde, educação, reforma agrária, política agrícola e moradia, questões básicas para a sobrevivência digna do ser humano.
Programação
15h – Concentração na Praça Otávio Rocha
16h – Início da 17ª Marcha dos Sem
17h – Encontro com o FSM Palestina Livre, no Glênio Peres
18h – Ato show no Gasômetro
Serviço
O que: 17ª Marcha dos Sem
Quando: Quinta-feira, 29 de novembro, a partir das 15h
Onde: na praça Otávio Rocha
 
Fonte: CUT-RS

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Carta de Solidariedade com o Povo de Gaza



Há vários dias, o exército israelense intensificou bombardeios e incursões no território palestino de Gaza, causando a morte de vários civis palestinos, incluindo crianças. A Marcha Mundial das Mulheres condena esses assassinatos chamados "seletivos" e os ataques à população sitiada de Gaza. A Marcha Mundial das Mulheres faz um chamado à comunidade internacional para exercer pressão pelo fim desta onda de violência criminosa, e para que Israel interrompa o bloqueio à Faixa de Gaza. Um novo passo foi dado pelo governo israelense, assassinando Jabbari Ahmad, chefe da ala militar do Hamas.

O Estado de Israel anunciou oficialmente a retomada de suas operações militares em Gaza, causando, novamente, mortes e destruição por bombardeios ao povo de Gaza, submetido a um bloqueio ilegal e desumano desde 2007. Isto conduz a réplicas que também afetam civis israelenses. Nós lamentamos todas as mortes de civis, mas consideramos que o Estado de Israel é o responsável por interromper o cessar-fogo e iniciar a agressão. Não nos esquecemos dos massacres perpetrados pelo exército israelense durante a operação "Chumbo Fundido” de 2008-2009, que matou cerca de 1.500 palestinos e palestinas enquanto as mesmas desculpas foram apresentadas pelo governo israelense para justificar aquele ataque assassino.

Era, como as agressões atuais, véspera de eleições em Israel. E, como em 2008, os ataques do Exército israelense continuaram apesar de um cessar-fogo conseguido por intermediação egípcia, e respeitado pelos palestinos até o assassinato do líder do Hamas. Benyamin Netanyahu, que anunciou a aliança de seu partido com o líder de extrema-direita Avigdor Lieberman, utiliza este ataque à Faixa de Gaza com objetivos eleitorais. Seu governo também está trabalhando metodicamente para atacar a demanda palestina frente à ONU. Ele afirmou sua vontade de derrubar a Autoridade Palestina, inclusive liquidando sua direção, se a Palestina se tornar membro das Nações Unidas (ONU).

Para preservar as possibilidades de paz, a comunidade internacional precisa por um fim à impunidade de Israel. Isto passa por sanções, e não por recompensas à ocupação, como fazem, regularmente, a União Europeia, os EUA e seus aliados. Seguiremos aprofundando nossa solidariedade ao povo palestino, durante o Fórum Social Palestina Livre, que será realizado em Porto Alegre de 28 de novembro a 1 de dezembro, e no dia 10 de dezembro, durante nossas 24 horas de ação feminista.

Há vários dias, o exército israelense intensificou bombardeios e incursões no território palestino de Gaza, causando a morte de vários civis palestinos, incluindo crianças. A Marcha Mundial das Mulheres condena esses assassinatos chamados "seletivos" e os ataques à população sitiada de Gaza. A Marcha Mundial das Mulheres faz um chamado à comunidade internacional para exercer pressão pelo fim desta onda de violência criminosa, e para que Israel interrompa o bloqueio à Faixa de Gaza. Um novo passo foi dado pelo governo israelense, assassinando Jabbari Ahmad, chefe da ala militar do Hamas. O Estado de Israel anunciou oficialmente a retomada de suas operações militares em Gaza, causando, novamente, mortes e destruição por bombardeios ao povo de Gaza, submetido a um bloqueio ilegal e desumano desde 2007. Isto conduz a réplicas que também afetam civis israelenses. Nós lamentamos todas as mortes de civis, mas consideramos que o Estado de Israel é o responsável por interromper o cessar-fogo e iniciar a agressão. Não nos esquecemos dos massacres perpetrados pelo exército israelense durante a operação "Chumbo Fundido” de 2008-2009, que matou cerca de 1.500 palestinos e palestinas enquanto as mesmas desculpas foram apresentadas pelo governo israelense para justificar aquele ataque assassino. Era, como as agressões atuais, véspera de eleições em Israel. E, como em 2008, os ataques do Exército israelense continuaram apesar de um cessar-fogo conseguido por intermediação egípcia, e respeitado pelos palestinos até o assassinato do líder do Hamas. Benyamin Netanyahu, que anunciou a aliança de seu partido com o líder de extrema-direita Avigdor Lieberman, utiliza este ataque à Faixa de Gaza com objetivos eleitorais. Seu governo também está trabalhando metodicamente para atacar a demanda palestina frente à ONU. Ele afirmou sua vontade de derrubar a Autoridade Palestina, inclusive liquidando sua direção, se a Palestina se tornar membro das Nações Unidas (ONU). Para preservar as possibilidades de paz, a comunidade internacional precisa por um fim à impunidade de Israel. Isto passa por sanções, e não por recompensas à ocupação, como fazem, regularmente, a União Europeia, os EUA e seus aliados. Seguiremos aprofundando nossa solidariedade ao povo palestino, durante o Fórum Social Palestina Livre, que será realizado em Porto Alegre de 28 de novembro a 1 de dezembro, e no dia 10 de dezembro, durante nossas 24 horas de ação feminista. Comitê Internacional da Marcha Mundial das Mulheres